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A filha do Orixá Oxum - Osun

Postado por: Alberto Ebomi at 12:56 0 Comentários
A filha do Orixá Oxum (Osun) e sua lenda como conta a história que havia um indivíduo que era AWÓ NI ORUNMILÁ e os sábios os aconselharam que ele iria ver um pleito, lio ou tragédia. Que não se metesse e que não poderia averiguar o que havia acontecido, já que isto poderia prejudicá-lo muito.
Também disseram que não fosse avarento e que jamais levantasse a mão a uma mulher e muito menos a uma filha de Oxum/ Osun.

Este AWÓ (sacerdote) era desobediente, esquecido, caprichoso e só fazia o que ele tinha vontade e não dava importância do que lhe diziam.

a filha de oxum

Um dia teve um problema em sua casa e saiu.

Estando sentado perto de um jardim, tratando de organizar seus pensamentos para ver que caminho ia seguir, se sentou ao seu lado uma jovem de boa aparência feminina e ambos começaram uma conversa agradável, onde ele contou a ela o momento pelo qual estava passando e a jovem o convidou a ir em sua casa.

O AWÓ então, se lembrou dos conselhos dos sábios e lembrou também que ante a uma situação assim como esta, teria que fazer alguns sacrifícios e oferendas e teria que fazer também na moça, mas não o fez.

Tudo ao princípio ia saído muito bem, mas aconteceu que um dia tiveram uma grande discussão e ele levantou a mão para a moça, golpeando-a de uma forma ruim e em seguida viu o mal que havia feito e saiu de casa e foi para a Casa de seu padrinho, quem o consultou com IFÁ e lhe disse que tudo isso era devido a sua desobediência e que a ele queriam tombar e que se não queria se perder, teria que agir rápido.

O padrinho (Sacerdote de Ifá) lhe fez os sacrifícios (Ebó) necessários que antes havia indicado IFÁ e mandou buscar a jovem e também lhe fez a mesma coisa e lhe entregou IKOFÁ (a iniciação da mulher em IFÁ) e lhe disse que a partir daquele momento deveria se cuidar das ciladas e armadilhas da vida e que tão breve possa fizesse uma oferenda a Oxum.

A filha de Oxum


O AWÓ (babalawo) assim fez como o indicado e novamente voltou a reinar a paz e a tranquilidade. A moça era filha de Oxum – Oshun.

Cânticos de Oxum


 

Mais sobre Oxum

  • Seu Dia da semana: sábado
  • As cores Cores: amarelo-ouro
  • Número: 5
  • Símbolo: Abebê (espelho)
  • Oferendas (adimu): Ipetê (feijão fradinho com camarão) Saudação: Ora ieieu, Oxum!
  • Folhas (ewe): oriri, colônia, folha régia.
  • Odu regente: oxeturamalé

Os filhos de Oxóssi (Odé) e suas características

Postado por: Alberto Ebomi at 15:40 0 Comentários
Os filhos de Oxossi (Odé)  e uma de suas características apresentam arquetipicamente atribuídas deste Orixá. Representa o homem impondo sua marca sobre o mundo selvagem, nele intervindo para sobreviver, mas sem alterá-lo.

Os filhos de Oxossi são geralmente pessoas joviais, rápidas e espertas, tanto mental como fisicamente. Tem portanto, grande capacidade de concentração e de atenção, aliada à firme determinação de alcançar seus objetivos e paciência para aguardar o momento correto para agir.



 

Características de Oxossi

  • Dia da semana: terça-feira
  • Cores: azul e verde (azul pela relação com o ar – no lançamento das flechas – e verde pelas matas).
  • Símbolo: Ofá (arco e flecha)
  • Elemento: ar e terra
  • Número: 3
  • Comida: milho e coco
  • Saudação de Osoosi: Okê Aro, Oxossi!
  • folhas: espinho cheiroso, alecrin, folha da jaqueira
  • odu regente: Obará
  • Qualidades de Oxossi: Inle, Akueran, Iboalamo 
  • Rei da nação Ketu do Candomblé 

Os Filhos de Oxossi (Odé)

 

Fisicamente, os filhos de Oxossi, tendem a ser relativamente magros, um pouco nervosos, mas controlados. São reservados, tendo forte ligação com o mundo material, sem que esta tendência denote obrigatoriamente ambição e instáveis em seus amores.

No tipo psicológico a ele identificado, o resultado dessa atividade é o conceito de forte independência e de extrema capacidade de ruptura, o afastar-se de casa e da aldeia para embrenhar-se na mata, afim de caçar. Seus filhos, portanto são aqueles em que a vida apresenta forte necessidade de independência e de rompimento de laços. Nada pior do que um ruído para afastar a caça, alertar os animais da proximidade do caçador.

Assim os omo Odé (filhos de Oxossi) trazem em seu inconsciente o gosto pelo ficar calado, a necessidade do silêncio e desenvolver a observação tão importantes para seu Orixá. Quando em perseguição a um objetivo, mantêm-se de olhos bem abertos e ouvidos atentos.

Sua luta é baseada na necessidade de sobrevivência e não no desejo de expansão e conquista. Busca a alimentação, o que pode ser entendido como sua luta do dia-a-dia. Esse Orixá é o guia dos que não sonham muito, mas sua violência é canalizada e represada para o movimento certo no momento exato. É basicamente reservado, guardando quase que exclusivamente para si seus comentários e sensações, sendo muito discreto quanto ao seu próprio humor e disposição.

Os filhos de Oxossi, portanto, não gostam de fazer julgamentos sobre os outros, respeitando como sagrado o espaço individual de cada um. Buscam preferencialmente trabalhos e funções que possam ser desempenhados de maneira independente, sem ajuda nem participação de muita gente, não gostando do trabalho em equipe. Ao mesmo tempo , é marcado por um forte sentido de dever e uma grande noção de responsabilidade. Afinal, é sobre ele que recai o peso do sustento da tribo.

Os filhos de Oxossi tendem a assumir responsabilidades e a organizar facilmente o sustento do seu grupo ou família. Podem ser paternais, mas sua ajuda se realizará preferencialmente distante do lar, trazendo as provisões ou trabalhando para que elas possam ser compradas, e não no contato íntimo com cada membro da família. Não é estranho que, quem tem Orixá Oxossi como Orixá de cabeça, relute em manter casamentos ou mesmo relacionamentos emocionais muito estáveis.


Os filhos de Oxossi - Odé - Oshosi - Ososi - Osoosi - inle - akeran - ketu

Quando isso acontece, dão preferência a pessoas igualmente independentes, já que o conceito de casal para ele é o da soma temporária de duas individualidades que nunca se misturam. Os filhos de Oxossi, compartilham o gosto pela camaradagem, pela conversa que não termina mais, pelas reuniões ruidosas e tipicamente alegres, fator que pode ser modificado radicalmente pelo segundo Orixá.

Gostam de viver sozinhas, preferindo receber grupos limitados de amigos. É portanto, o tipo coerente com as pessoas que lidam bem com a realidade material, sonham pouco, têm os pés ligados à terra.
São pessoas cheias de iniciativa e sempre em vias de novas descobertas ou de novas atividades. Têm o senso da responsabilidade e dos cuidados para com a família. São generosas, hospitaleiras e amigas da ordem, mas gostam muito de mudar de residência e achar novos meios de existência em detrimento, algumas vezes, de uma vida doméstica harmoniosa e calma.

O tipo psicológico, do filho de Odé (caçador) é refinado e de notável beleza. É o Orixá dos artistas intelectuais. É dotado de um espírito curioso, observador de grande penetração. São cheios de manias, volúveis em suas reações amorosas, multo susceptíveis e tidos como “complicados”. É solitário, misterioso, discreto, introvertido. Não se adapta facilmente à vida urbana e é geralmente um desbravador, um pioneiro. Possui extrema sensibilidade, qualidades artísticas, criatividade e gosto depurado. Sua estrutura psíquica é muito emotiva e romântica.

Órun – Ancestralidade (Eguns)

Postado por: Alberto Ebomi at 23:40 0 Comentários
Falando de ancestralidade iremos comentar sobre ÓRUN,  é um dos Cultos mais secretos que existem, ele não tem culto no Candomblé. Está vinculado com Orixá IKÚ (a morte), capataz dos eguns. Alguns afirmam que o Culto e o sistema ORO foi tomado dos chamados EJIMERE.

Consiste no fundamento cuja carga é secreta, preparada pelos BABALAWÓS dentro de um porrão de barro negro do qual se sobressaem 9 ou 18 cawuries (búzios) segundo seja o fundamento, um caracol Cobo e em alguns casos a cabeça de dois bonecos, um Obini (mulher) e outro Okuni (homem), também fundamentados.

Orun - Eguns - Ancestral - Espíritos - baba egungun - egum


Outro dos elementos sagrados que acompanham a ORUN é um bastão (pagugú), um facão, uma telha (IKOKÓ AWADORONO KOLE UNORISHA) e um EXÚ de ORUN montado em uma pedra (otá) porosa ou de arrecife.

pagugu de Orun - eggun - espíritos

Um elemento fundamental do Culto a ORO (ORUN) é um pedaço de metal plano ou de uma madeira plana em forma de pé com uma larga corda que antigamente se atava a um poste. Quando o vento sopra esse objeto se move emitindo um som agudo chamado EJÁORO (o peixe). Essa mesma é a voz de ORO.



Entre os IJEBÚ e os EGBÁ, ORO é muito mais sagrado e importante que EGUNGUN, pois EGUNGUN é a representação de um único EGUN e ORO é o Capataz de todos eles. Nos tempos antigos, os membros da SOCIEDADE de ORO eram também os executores dos criminosos. Quando as pessoas eram condenadas a morrer pela corte OGBONI, eram os membros do Culto a ORO quem tinham que levar a cabo a sentença.

Quando Orun saía à noite, os que eram membros do Culto deviam permanecer dentro de casa e se saíssem estariam correndo risco de morte. Cada ano tem 7 dias para sua adoração. Durante todo o dia as mulheres ficam fechadas dentro de casa, exceto umas poucas horas que se lhes permitem procurar algumas provisões. No sétimo dia, nem isso se permite a elas e devem se manter rigorosamente fechadas dentro de casa.

O Culto a ORO se mantém vivo entre os BABALAWÓS de Rama Afro-Cubana, quem são os encarregados de jurar os homens que desejam possuir o fundamento de ORO, aqueles que pretendem ser OBÁ ENI ORIATÉ (Babalorixá) deverão, segundo as verdadeiras tradições, pertencer ao Culto de ORO, o qual os permitirá na hora de dirigir um ITUTO (Cerimônia Mortuária) fazê-lo com sapiência.

Os jurados ante o fundamento de ORO, logo depois de recebê-lo e passar por rigorosos rituais, se denominam OMO ORO e se lhes realiza um ITÁ com não menos de três BABALAWÓS por meio de ORUNMILÁ e recebem o ODÚ que os caracteriza dentro da SOCIEDADE ORO.

Oferenda de Oyá (Yansã) para se obter vitórias

Postado por: Alberto Ebomi at 21:44 0 Comentários
Essa é uma Oferenda de Oyá / Yansã para se obter vitórias, sucesso, sorte, prosperidade e tudo de bom, esse adimu (comida) é fácil de fazer e muito eficiente. Na minha casa de Ifá essa é apenas uma de muitas oferendas para este Orixá.

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Os ingredientes para Oferenda de Oyá / Yansã


- banha de Ori
- Efun
- Noz moscada
- um prato de barro
- uma vela de 7 dias.
- 7 folhas de Salvia

Como preparar a Oferenda de Oyá



Você deve fazer uma pasta com ORI da costa (banha de Ori), EFUN (ralado) e Noz Moscada.
Apos moldar uma torre e por no prato de barro com os ingredientes a cima,  enfeite  com 9 (nove) folhas de Salvia.

E diga essas palavras:

“Minha mãe OYÁ YANSÃ que as correntes do mal sejam desviadas do meu caminho.
Não há OYÁ sem Oxum e nem Oxum sem OYÁ”.


O que se fazer depois e quantos dias devo deixar a oferenda?

Deixe tudo em frente a OYÁ por 9 (nove) dias com uma vela de 7 (sete) dias acesa.

Quem não tem OYÁ assentada, deixar tudo (oferenda) em um prato de barro num lugar alto.

Ao final dos dias, deixar tudo em um matinho, campo, não é preciso dizer nada.

Axé a todos!

Não se esqueça de cantar para o Orixá Oyá, pois o santo gosta muito de ser louvado, então a baixo tem o Xirê de Yansã com letra e tradução. 

Xirê de Oyá (Canticos em Ketu)


Ebó para Limpar a casa e tirar tudo de ruim

Postado por: Alberto Ebomi at 23:14 0 Comentários
Esse é um Ebó para limpar a casa e tirar tudo de ruim, ele é bem fácil e prático de fazer, você deve respeitar todos os 21 dias, para que as mazelas vá tudo em bora.



Material do Ebó:


- Apenas 1 coco seco

Como fazer o Ebó?


Você deverá pegar o Coco seco e girar ele pela casa por 21 dias, por toda a sua casa deverá girá-lo da diretia para a esquerda ( de canto a canto da casa).

Todos os dias que terminar de girar o coco pela casa para tirar todas as negatividades, você deverá coloca-lo na frente da porta de casa.

Completando os 21 dias você deverá quebrá-lo à frente de sua casa (na rua) pedindo para quebre todo mal, as negatividades, olho grande, inveja, pragas, todo Osobo (coisas ruins) e se rompa todo mal.

Se você gostou do Ebó, não deixe de compartilhar, pois ele é barato e muito prático e eficaz.

Se você não sabe o que é Ebó, então veja os artigos falando sobre:

Ebó de Egun: para retirar coisas ruin


Cantigas de Ebó: Descarrego e Sacudimento


Significado Completo de Ebó 


O que é sacudimento?

Quem é Orixá Oko?

Postado por: Alberto Ebomi at 10:10 0 Comentários
Quem é o ORIXÁ Oko? É o Orixá que nos ensina como cultivar nossas vidas e a terra. É aquele que primeiro cultivou uma plantação. É o ORIXÁ do campo, cultivando sua terra e recolhendo suas colheitas para alimentar sua família, no Candomblé não há culto para este orixá, já na Santeria cubana por ser ligado ao culto a Ifá (Orunmila) ele é tão importante como qualquer outro Osha.

Quando vemos ORIXÁ OKO na natureza vemos sua energia cultivando. Os animais são cultivadores também. Os dejetos que os animais excretam, fertilizam a terra e a vegetação que está crescendo. Nós vemos ORIXÁ OKO como a abelha trabalhadora que está levando o pólen e a seiva de um lugar a outro. Levando algumas coisas que estão perdidas de um lugar distante a outro onde é necessário. Coisas que são escassas são feitas abundantemente.

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Quem é Orixá Oko?


É o provedor dos alimentos e da vida. É a reencarnação para muitas formas de vida também dos humanos. Ele conhece como fazer crescer as coisas.
Ocô é ORIXÁ maior, Deidade da terra, da agricultura e das colheitas.

Patrono dos lavradores. É considerado árbitro das disputas, especialmente entre as mulheres. É juiz que celebra os julgamentos entre os ORIXÁS. É aplicado, trabalhador, guardador de segredos.

Assegura a prosperidade da terra e as abelhas são suas mensageiras. As mulheres estéreis recorrem a este ORIXÁ da fecundação. Junto a OKÉ e OGUÉ, formam uma trindade responsável pelas colheitas, as chuvas e o fogo interno que faz parir a terra e os animais.

É o responsável pela alimentação no mundo, já que a própria terra, o espírito gerador que anima as plantas e os animais.

Foi esposo de OLOKUN e sempre estão unidos. Disse a todo mundo que OLOKUN era andrógino e, por isso, se este se escondeu no fundo do mar.

Guerreou com YEMANJÁ quando esta o seduziu, para entregar para XANGÔ o segredo da semeadura de inhame.

Em IFÁ se manifesta através de muitos ODÚS, IWORI ODI representa sua maior expressão sendo este seu ODÚ ISALAYÉ (Representação espiritual da existência como Deidade para os seres humanos)

Orixá Oko no jogo de búzios (MERINDILOGUN) fala por EJIOKO (2). Seus dias são todas as segundas e terças-feiras, e todo dia 12 de cada mês. Suas cores são o vermelho e o branco. Celebra-se no dia 22 de março.

fonte: ifanilorun

Oxum é Filha de Orunmilá e Yemanjá

Postado por: Alberto Ebomi at 11:49 0 Comentários
Conta a lenda que Oxum é filha de Orunmilá e Yemanjá, há tempos atrás, Orunmilá saiu de seu palácio para dar um passeio acompanhado de todo o seu séquito. Em certo ponto deparou com outro cortejo, do qual a figura principal era uma mulher muito bonita. Orunmilá ficou impressionado com tanta beleza e mandou Exu, seu mensageiro, averiguar quem era ela.

Orixá Exu apresentou-se ante a mulher com todas as reverências e falou que seu senhor, Orunmilá, gostaria de saber seu nome. Ela disse que era Yemanjá, rainha das águas e esposa de Oxalá.

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Exú voltou à presença de Orunmilá e relatou tudo o que soubera da identidade da mulher. Orunmilá, então, mandou convidá-la ao seu palácio, dizendo que desejava conhecê-la. lemanjá não atendeu de imediato ao convite, mas um dia foi visitar Orunmilá.

Ninguém sabe ao certo o que se passou no palácio, mas o fato é que lemanjá ficou grávida após a visita a Orunmilá. iYemanjá deu à luz uma linda menina.

Como lemanjá já tivera muitos filhos com seu marido, Orunmilá enviou Exu para comprovar se a criança era mesmo filha dele. Ele devia procurar sinais no corpo. Se a menina apresentasse alguma marca, mancha ou caroço na cabeça seria filha de Orunmilá e deveria ser levada para viver com ele.
Assim foi atestado, pelas marcas de nascença, que a criança mais nova de Iemanjá era de Orunlá.

Oxum é Filha de Orunmilá e Yemanjá


Foi criada pelo pai (Orunmilá), que satisfazia todos os seus caprichos, por isso cresceu cheia de vontades e vaidades. O nome dessa filha é Oxum (Osun).

Cânticos de Oxum


Os Cânticos de Oxum são parte de uma sequência de xirês de todos os orixás com audio, letra e tradução que estão tanto em nosso canal, quanto em nosso site, fique a vontade para ouvir as cantigas. Compartilhe a religião, pois só assim iremos combater a intolerância religiosa.

Mais sobre Oxum:


As caracteristicas dos filhos de Oxum


Qualidade de Oxum


Saudação para Oxum em ioruba + tradução
















Ajê Saluga Orixá da Saúde, prosperidade e abundância

Postado por: Alberto Ebomi at 22:15 0 Comentários
Aje Saluga, Ajé Xalunga é um Orixá que está relacionado com a saúde, a prosperidade e a abundância. Seu emblema é uma concha de pérolas, Seu Eleke (colar) se confecciona intercalando conchas e moedas. Ele é considerado caprichoso, volúvel e inconstante. Ele escolhe aleatoriamente a quem bendize-lo e entrega-lhe grandes somas de dinheiro.

As pessoas que necessitam ativamente do dinheiro, o tem como seu patrono e o adoram, colocando em um recipiente conchas e dinheiro para acolhe-lo.

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CONTA LENDA DE AJÊ XALUGA - Pataki:


Itinerante da terra africana, Ajé Salunga, homem que todo mundo escutou que por sua boca fala a sabedoria da antiga civilização egípcia, com seus mistérios, seu grande conhecimento dos movimentos astrais e seus conhecimentos da natureza, se reuniu com um povo que vivia em abundância e não repartia seus bens com pessoas vizinhas que tinham fome.

Todos os saudaram: AJE OH, AJE OH, sabendo que com sua visita trairia mais desenvolvimento para eles. Mas Ajé, que não podia compreender como eles não ajudavam uns aos outros, consumindo em uma avareza inumana, não respondeu a saudação, mas disfrutou da hospitalidade.

Evidentemente, como todo o mundo sabia o que ele representava, ou seja, a riqueza, cheio de cuidados o sábio entre os sábios refletiu para que outros se dessem conta que o mais importante era que ajudassem uns aos outros.

Decidiu então falar com eles e fez um suporte e madeira de palma e folhas secas. Reuniu todo o povo e falou das virtudes que tem que estar com os demais. Mas aconteceu que ninguém o escutou.

Olófin, que seus Orixás Xangô e Yansã os servem, enviou uma tormenta de trovões e relâmpagos. Do céu caíram pedras e isso se prolongou durante meses. As pessoas desesperadas pediam e pediam que tudo isso parasse. Seus irmãos dos povos vizinhos, que arrastaram desgraça, dividiram a pobreza com eles. Ajé Xalunga rugiu: “A corrida não será o mais rápido”.

Assim que se cogitou com Olófin o fim da tormenta e que se acalmasse, reinou a unidade entre os seres humanos e os povos. Quando tudo voltou à normalidade, todos reconheceram o poder de Aje Salunga e eles aprenderam a amar e respeitar seus ensinamentos.

Odu - Oyekun Kana – Pataki de Ajê Saluga .


















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