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Nomes dos Toques dos Orixás na Nação Ketu com Áudio e Vídeo

Posted by Alberto Ebomi at 11:21 0 Comments
Trazendo agora os significados e o áudio dos toques de atabaques da Nação Ketu do Candomblé com os ritmos e o vídeo com as batidas e seus respectivos significados.

Os atabaques do Candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo) e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo Rum (o atabaque maior), e pelos Ogãs nos atabaques menores sob o seu comando.

Ritimos atabaques-Recuperado

É o Alagbê que começa o toque, e é através do seu desempenho no Rum que o Orixá vai executar a sua coreografia de dança, sempre acompanhando o floreio do Rum.

O Rum é que comanda o Rumpi e o Le.

O Agogô, tocado para marcar o Candomblé, também de tradição Alaketo, chama-se Gan. As Varetas usadas para tocar o Candomblé nos Atabaques, chamam-se Aguidavis. Também se utiliza ainda o Xequerê.

Nomes dos Toques dos Orixás na Nação Ketu

Nomes dos Toques dos Orixás na Nação Ketu:


ADABI – Bater para nascer é seu significado. Ritmo sincopado dedicado a Exú.


ADARRUM – Ritmo invocatório de todos os Orixás. Rápido, forte e contínuo marcado junto com o Agôgô. Pode ser acompanhado de canto especialmente para Ogum.


AGUERE – Em Yorubá significa “lentidão”. Ritmo cadenciado para Oxóssi com andamento mais rápido para Iansã. Quando executado para Iansã é chamado de “quebra-pratos”


ALUJÁ – Significa orifício ou perfuração. Toque rápido com características guerreiras. É dedicado a Xangô (Roda de Xangô).


BRAVUM – Dedicado a Oxumaré .Ritmo marcado por golpes fortes do Run.


HUNTÓ ou RUNTÓ – Ritmo de origem Fon executado para Oxumaré. Pode ser executado com cânticos para Obaluaiê e Xangô


IGBIN – Significa Caracol. Execução lenta com batidas fortes. Descreve a viagem de um Ancião. É dedicada a Oxalufã.


IJESA ou Ijexá– Ritmo cadenciado tocado só com as mãos. É dedicado a Oxum quando sua execução é só instrumental.


ILU – Termo da língua Yorubá que também significa atabaque ou tambor.


BATA – Batá significa tambor para culto de Egun e Sangô . Ritmo cadenciado especialmente para Xangô. Pode ser tocado para outros Orixás. Tocado com as mãos.


KORIN- EWE – Originário de Irawo, cidade onde é cultuado Ossain na Nigéria. O seu significado é “Canção das Folhas”.


OGUELE – Ritmo atribuído a Obá. Executado com cânticos para Ewá.


OPANIJE – Dedicado a Obaluaiê, Onile e Xapanã. Andamento lento marcado por batidas fortes do Run. Significa “o que mata e come” (Olubajé)


SATÓ – A sua execução lembra o ritmo Bata com um andamento mais rápido e marcado pelas batidas do Run. Dedicado a Oxumaré ou Nanã. Significa a manifestação de algo sagrado.


TONIBOBÉ – Pedir e adorar com justiça é o seu significado. Tocado para Xangô



Avamunha, vamunha, avaninha são nomes dado ao toque ou ritmo entoado pelos atabaques, (instrumentos litúrgico da religião afro-brasileiro).

É tocado em todos os terreiros de Candomblé da nação Keto pelos sacerdotes Ogan Alabe, no sentido de reunir e dispersar os filhos de santo e Orixá.

Vídeo com Todos Audio dos Toques do Candomblé




Curta o vídeo e se inscreva no Canal do Alberto Ebomi, não esqueça de compartilhar o conhecimento, pois o que você encontrou pode ser de grande valia para outro irmão da religião.

Orixá Orô é traído pela mulher e se afasta do mundo

Posted by Alberto Ebomi at 12:15 0 Comments
Conta a lenda yoruba que o Orixá Orô é traído pela mulher e se afasta do mundo. Este Orixá não possui culto dentro da religião afro-brasileira (Candomblé ou Umbanda).
Este Orixá era uma vez um grande caçador, que gostava de andar pelo mundo sem parar.
Seu nome era Orô e era filho de Iemanjá.

Orô viajava, caçava e conquistava seus amores.
Todas as mulheres tinham uma queda pelo Orixá Orô e ele adorava estar em sua companhia.
Um dia Orô achou que era hora de assentar na vida. Orô casou-se.

culto Orixá Orô - Orun - Egun - Egungum - Candomblé - Umbana

Era então o caçador pacato, que esperava ansioso o nascimento do seu primogênito. Mas sua mulher o traiu e abortou seu filho.

Orô não a perdoou e desde então odiou as mulheres.
Retirou-se para as matas que cercavam a cidade e nunca mais mulher alguma o viu.
Quem de Orô se aproxima, de dia ou de noite, pode escutar sua voz cavernosa e horripilante, grave como o som dos berrantes.

Vive na mata como um egum, como um Egum perdido e solitário, longe do mundo que tanto mal lhe fez.
É o senhor da floresta, que guarda e assombra, e todos o temem e o evitam.

Evitam até mesmo ouvir o pavoroso som de sua garganta especialmente as mulheres, que ele odeia e culpa por sua triste sina.

Vive na mata, onde aplica sua justiça, devorando feiticeiros e mulheres adúlteras que os homens lhe entregam.

Só os homens dele se aproximam. Nem as mulhures podem ver Orô, nem Orô quer ver as mulheres e assim conta que como as mulhures não podem fazer culto a Orô .

Leia a lenda – “Orô o culto secreto dos Yoruba

fonte: Mitologia dos Orixás

Como Saber quem é meu Exú ou Pomba Gira?

Posted by Alberto Ebomi at 13:27 0 Comments
Muitos irmãos da religião e simpatizantes me perguntam como saber quem é meu Exú ou Pomba Gira, pra hora de fazer suas preces, oferendas, agrados, etc. Quando dizemos, na Umbanda, que todas as pessoas, têm seus Guardiões protetores, não estamos com isso, querendo causar uma busca desenfreada e nem tão pouco causar frustrações aos irmãos.

Apenas e tão somente, queremos dizer que graças a providência do Criador, todos nós temos Guardiões e devemos tê-los em alta conta, mesmo que jamais saibamos seus nomes, histórias pessoais ou a que falange pertencem.

Quem é meu Exú ou Pomba Gira - Quem é Meu guardião - Quem é meu protetor

Qual o percentual da população mundial, que trabalha efetivamente na Umbanda ou nos cultos afro-brasileiros?
Dentro desse grupo que trabalha mediunicamente nos cultos acima citados, quantos são os irmãos que são médiuns ativos de incorporação. Não quero dizer que Exus e Pombas Giras, comuniquem-se apenas através da incorporação. Eles podem fazer uso de qualquer forma de comunicação mediúnica, como a psicofonia, a psicografia, o desdobramento durante o sono do médium, ou até mesmo através da mediunidade intuitiva. Mas qual seria a real necessidade de irmãos não praticantes dos cultos, saberem os nomes de seus guardiões?

São muitos eles, podendo ser o Exú homem Tranca Ruas, Sete Encruza, Tiriri e Pomba Giras, Maria Padilha, Mulambo, Figueira, etc.

Se a resposta é mera curiosidade, esqueça. Se a resposta é amor à esses guias maravilhosos, pode ser que consigam.

MAS, COMO EFETIVAMENTE SABER QUEM É MINHA GUARDIÃ?


Primeiro quero dizer-lhes como não conseguirão:
1. Por data de seu nascimento
2. Por numerologia
3. Por consultas de cartomancia (seria mais por intuição do que propriamente a leitura em si)
4. Por informações vindas de pessoas “intuitivas” ou fontes não confiáveis
5. Por comparações de características pessoais. (pode até acertar, mas não é definitivo)

Aqui no site nós temos a Cabala que faz a conta matématica para saber qual é o seu Odu Pessoal por meio da data de nascimento (Cabala de Odu).

O QUE FAZER ENTÃO E COMO PROCEDER?

Existem algumas formas de saber sobre as Guardiões:


1. A comunicação direta da mesma (no caso a própria entidade Exú e Pomba Gira) , através das formas de mediunidade acima citadas.

2. A revelação feita por um Guia de confiança e obviamente, através de um médium de confiança. (E aonde encontrá-los?) meus queridos, pesquisem na internet sobre Terreiros de Umbanda em sua cidade. Mas vejam o que escrevem, analisem o que prometem, usem o bom senso e intuam se devem ou não dar crédito à esse Terreiro e a seus médiuns. Visite então o Terreiro que lhe pareceu adequado, tome seus passes, frequente com certa regularidade e consulte com a entidade chefe do trabalho e exponha sua necessidade.

3. Em casas (terreiros) de Candomblé que cultuam também Umbanda, podendo ser identificado por meio de Jogo de Búzios ou até mesmo cartas, mas isso também depende de vários aspectos.

Mas você apenas obterá as respostas, caso o astral perceba relevância nessa revelação. Um alerta, Terreiros de Umbanda não cobram para revelar nomes de guias de ninguém (nada é cobrado)! Se não gostou, procure outro, se for o momento você será guiado ao local ou a pessoa certa.

Se o princípio que o move nessa busca, for amor, sua Guardiã poderá revelar-lhe quem é através de sonhos, intuições ou inspirações.

Um esclarecimento: as entidades não aparecem nuas, com atitudes sexuais ou qualquer outra forma negativa em sonhos ou em visões.
POMBA GIRA GUARDIÃ NÃO É KIUMBA”, lembram-se?
Aos médiuns em desenvolvimento que não sabem ainda os nomes de seus guias, apenas esperem o momento certo, a entidade irá dizer quem é. Ou podem recorrer ao seu pai de Santo, pedindo orientação.

Caro leitor, você não é menos que ninguém e tão pouco sua protetora é inferior à qualquer outra , por não revelar-lhe quem é! Ame e respeite essa entidade de Luz, faça o bem e com o tempo, certamente , de algum modo, ela irá fazer com que você saiba quem ela é.

PONTOS DE EXÚ E POMBA GIRA COM LETRA



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Quem foi Caboclo Tupinambá?

Posted by Alberto Ebomi at 10:39 0 Comments
Quem foi Caboclo Tupinambá? Tupinambá foi o Caboclo  enviado a terra como chefe de falange através do Caboclo das Sete Encruzilhadas. Sua missão foi: a cura através das folhas e a banha de suas caças.

Até hoje se vê a sua falange se manifestar em várias Casas de Cultos espalhadas por este País (Umbanda, CandombléAngola, Jejê, Bantu”). No meio de uma caçada na matas, Tupinambá, levou uma pancada na cabeça não se sabe o que foi, ele ficou desacordado por muito tempo.

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Estendido no chão os insetos começaram a picar-lhe e isso fez com que levantasse um mau cheiro atraindo mais animais, um desses animais feroz, foi direto atacar o corpo do índio,quando para surpresa do animal,uma serpente pulou em cima desse animal, no meio dessa gritaria entre a cobra e o animal, o índio acordou assustado, e logo pegou sua faca que carregava na cintura, e atacou o animal, matando-o.

Rapidamente ele e a serpente se afastaram um do outro, mas sem tirar o olhar um do outro, então ele começou a caminhar de um lado e ela do outro, ele estava com medo que a cobra desse o bote, e ela com medo dele matar ela, isso dourou horas de caminhada, ate que ele começou a perceber que ela o ajudava a caçar.

Quando ele sentia perigo, por algum motivo, a serpente ia à frente dele, servindo de isca, e quando o animal ia atacar a cobra, ele matava-o. Eles começaram a ficar tão próximos um do outro, que ele carregava ela no braço, como se fosse um bracelete.

Por ter ficado muito tempo desacordado, Tupinambá, se perdeu nas matas, pois os matos cresceram e as marcas deixadas por ele desapareceram, enquanto eles andavam no meio da mata procurando a saída, a serpente o levou até a morada das cobras, e lá elas ensinaram o segredo delas, e as magias para salvar, e nisso elas subiram no corpo dele, curando as feridas, causadas pelos insetos, ele passou a conviver com elas, até que um dia ele se surpreendeu com um ataque da Cobra coral, isso aconteceram várias vezes, ela tinha ciúmes dele com as outras cobras, isso foi criando rincha entre os dois. Para provocar a coral, o índio a imitava, até nessa brincadeira ela atacou ele, e acabou matando ela, então ele catou o couro dela e colocou na testa dele, simbolizando ele.

Quando as serpente viram, elas aceitaram, mas as outras coral, não e permaneceu a rincha entre eles. Nisso a serpente foi mostrando para ele as sete matas, ele começou a conhecer as matas como a palma da mão, cada mata tinha seus segredos, as pessoas olham as matas e pensam que a mata é uma só por ser muito grande, mas não, ela é dividida em várias partes, até chegar ao centro da mata vigem, e de tanto eles andarem para lá e para cá, que ele começou a se se lembrar do caminho de sua aldeia, a alegria dele era imensa. rixa

Más para a sua tristeza durante o tempo que ele ficou perdido nas matas, a aldeia dele foi invadida por caçadores, e queimada, matando a mãe dele, antes disso eles usaram e abusaram da mãe dele, e o resto de sua família foi embora dali, com o povo da aldeia, Ele não quis ir atrás deles, preferiu ficar ali, com a sua mais nova amiga, a serpente, já que ela não desgrudava dele. Ali ele montou uma cabana para eles, permanecendo sozinho por pouco tempo, pois assim que as índias viram aquele índio tão bonito, sozinho, quiseram fazer parte daquela mini aldeia, e isso fez com que atraíssem mais índios,formando famílias, Tupinambá se tornou um índio muito triste de poucas palavras, sem perceber aquela mini aldeia se tornou uma grande aldeia, toda as enfermidades que surgiam, eram eles que preparavam os remédios e curavam as pessoas.

O carinho entre o índio e a cobra, fez com que eles conseguissem se comunicar pelo pensamento, e nisso ele sentiu quando ela nomeou ele como Tupinambá das sete matas, pois é o único índio que conhece as sete matas e os segredos dela, muito emocionado ao sentir essa vibração de amor e carinho, ele fez uma reunião entre o povo dele e passar essa homenagem para o seu povo.

Com o passar do tempo, a idade foi chegando e a tristeza aumentado, ele sentiu que iria morrer preferiu não se despedir de ninguém então se isolou na mata, sentando de baixo de uma árvore com a cobra grudada no braço, e ficou ali com seus pensamento e a cobra, a sua morte não demorou muito e chegou só que antes dele falecer a serpente faleceu primeiro.

QUEM FOI CABOCLO TUPINAMBÁ?


Depois de muito tempo que estava falecido, ele encontrou seu amigo, que era chefe da aldeia onde ele foi criado com muito amor e carinho, a alegria dele nascia de novo, e passou a trabalhar com ele fazendo a caridades nos templos de Umbanda e centros espíritas. Vendo todo trabalho do índio,como ele fazia caridade com amor,com a permissão de oxalá,ele falou ao Caboclo:

A partir desse momento você vai ter sua própria linha de trabalho, pode escolher sete espíritos, que você tem a permissão do Orixá Oxalá, sem palavras ele, falou da vida dele, na terra, sendo que o chefe dele já sabia então ele falou que queria ir atrás do espírito dacobra que tanto o ajudou. E eles foram,ao chegar lá, ele viu uma linda cabocla vindo ao encontro deles,e ele sem entender nada,ela começou a explicar tudo.

A serpente em vida foi uma linda cabocla, mas ainda jovem foi estuprada, e jogada nas matas por caçadores, e com o corpo estendido no chão, todo machucada, as cobras vendo aquele corpo todo ferido, começaram a passar por cima, do corpo dela como os outros animais, e com a magia das cobras elas curaram as feridas e do corpo dela e da alma, só que ela não aguentou e acabou falecendo, mas o espírito dela preferiu ficar ali com as cobras, pois durante o dia ela dançava e cantava para atrair os homens, e levando eles, no meio da mata para ficarem perdidos e serem comidos pelos animais, no mesmo jeito que ela foi isso ela fazia por vingança.

Depois ela voltava a ser cobra, Só que ela conheceu o índio, ele ensinou a ela a amizade, o carinho e respeito, a fazendo ela esquecer a vingança, que ela trazia no coração dela, e quando ela faleceu sem eles saberem, ela foi despertada do sofrimento, fazendo com que o espírito dela fosse por um caminho de luz.

Ele explicou a intenção dele, de fazer a caridade nos templos de Umbanda e ela aceitou. Não são todas as pessoas que trabalha com o caboclo que traz ela junto,a pessoa é escolhida por  Oxalá. Ela é uma cabocla de descarrego,e ele é um caboclo de trabalho,quando ela vem na umbanda,ela solta o brado dela ,ou seja o som de uma serpente demonstrando o amor que ela sente por ele.

E ele o piado da cobra coral demonstrando o desafio que ele teve com a cobra coral por causa da serpente, que hoje traz o nome de Cabocla Currupira.

Gira de Caboclo com Letra


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Como Oxumarê Serve À Oxum e Xangô?

Posted by Alberto Ebomi at 09:53 0 Comments
Como o Orixá Oxumarê serve à Oxum e Xangô? Conta a lenda (iton) que o Orixá Oxumarê passou a servir ao Orixá Oxum e Xangô (o rei de Oyó) e quando Xangô e Oxun quiseram se casar, perceberam que seria difícil viverem juntos, pois a casa de Oxum era no fundo do rio e Xangô morava por cima das nuvens. então, resolveram arranjar um criado que facilitasse a comunicação entre os dois.

Orixá Oxumarê, Osumare, bessen, vodum, dan, candomble, gege, jeje

Falaram com Oxumarê (Bessen), que aceitou servir de mensageiro entre eles. só que, durante a metade do ano em que é o arco- íris, Oxumarê levava as águas de Oxum para o céu; não chovia e a terra ficava seca.

Por isso, Oxumarê resolveu que, nos seis meses em que fosse cobra, deixaria o serviço. nesse período, xangô precisa descer até Oxum, e então acontecem os temporais da estação das chuvas. Então é assim que Orixá Oxumarê serve a Oxum e Xangô. Este Orixá é muito respeitado e adimirado dentro do culto ao Orixá (Candomblé ), mas é um Vodum típico da Nação Jejê.

Conheça mais sobre este Orixá:


ORAÇÃO AO PAI OXUMARÉ


Oxumarê se tornou rico ao fazer Ebó: Lenda


Oxumarê: Quem é este Orixá?


Oxumarê e suas Qualidades de Orixá


As Ervas do Orixá Oxumarê: Ewê – folhas


Comida para Orixa Oxumare



Cantigas de Oxumarê



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Sapata esquece de trazer agua para a Terra: Omolu - Obaluaiê - Xapanã

Posted by Alberto Ebomi at 14:12 0 Comments
Conta a Lenda que Sapata também conhecido como Omolu, Obaluaiê, Xapanã era irmão de  Sobô e se esquece de trazer água para a Terra. Depois da Criação, o Criador se cansou de trabalhar e determinou que Sapatá e Sobô governassem por ele. Mas os irmãos se desentenderam e Sapatá, o mais velho, resolveu deixar o Céu e vir residir na Terra.

Omolu, Obaluaiê, Xapanã - Orixá - Obaluiê - olubajé - oferendas - festas - xirê

Seu pai, o Criador, lhe deu todas as suas riquezas e ele levou para a Terra tudo o que conseguiu carregar. Sobô continuou a morar com o pai.

Sapatá se esquece de trazer água para a Terra


Com toda sua riqueza, Sapata teve muito sucesso junto aos humanos e foi feito o rei da humanidade.
Mas, logo depois, a chuva parou de cair. e os humanos foram reclamar com Sapatá.

Ele disse que não se preocupassem, que logo voltaria a chover.
Mas um ano se passou, e mais um, e logo três anos e nada de chuva.
Nessa época, haviam descido à Terra dois homens, que andavam de lugar em lugar, divulgando as maravilhas de Ifá.

Eles falavam com todos os homens e mulheres, que então já eram poucos, pois a seca já matara de fome quase toda a população. Quando os dois homens falaram com Sapatá (Omolu), ele reconheceu o jeito de se falar no Céu e quis saber o que estava acontecendo.

Eles disseram que não sabiam, mas que portavam os instrumentos de adivinhação de e que Ifá poderia tudo revelar.

Eles jogaram os dezesseis caroços de dendê e disseram que havia uma discórdia, uma discórdia entre dois irmãos que desejavam ter as mesmas coisas.

Eles disseram que ele fizesse um sacrifício, para assim acalmar Sobô, seu irmão mais novo.
Assim foi feito e um pássaro foi levar as oferendas. Quando o pássaro chegava ao Céu, avisaram Sobô que alguém se aproximava.

Para ver quem era, Sobô lançou um relâmpago, que iluminou todo o espaço, e ele viu o pássaro de Sapatá. Ele recebeu o sacrifício e mandou dizer a Sapatá que havia sido muito ambicioso, levando com ele quase todas as riquezas do pai deles.

Mas tinha igualmente sido muito tolo, pois não levara nem o fogo nem a água.
De fato, Sapatá deixara essas coisas para trás, pois elas não couberam em seu saco de riquezas.

"Sem água e sem fogo ninguém pode governar, ainda que tenha muitas riquezas", mandou dizer Sobo a Sapatá.

O pássaro disse que Sapatá deixava todo o governo do universo para o irmão Sobô, que era o dono do fogo e o dono da água.
Naquele momento, uma chuva forte e benfazeja caiu sobre a Terra e o mundo voltou à vida normal.
Os dois irmãos se reconciliaram.
De vez em quando, Sobô faz sua visita em forma de relâmpago.

Omolu ou Obaluaiê é um Orixá muito respeitado no Candomblé, e sua festa o Olubajé é uma parte do culto com grande admiração pelos devotos (filhos de santo e simpatizantes).
Sua saudação é Atôtô Obaluaiê: Silêncio o rei chegou!

Cantigas de Omolu/ Obaluaiê com letra e tradução


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