Oriki de Oxum Opará– Ijimu e Yeponda– Reza dos Orixás

Leia e aprenda 3 Orikis de Oxum Orixá: Oxum Opará, Ieponda (Yepondá) e Oxum Ijimu com a letra em yoruba e a tradução para o português em suas respectivas frases, dando continuidade aos artigos “SAUDAÇÃO PARA TODOS ORIXÁ”, este oriqui (reza, invocação, saudação) serve para qualquer ato dentro do culto ao Orixá e não sendo muito usado dentro da Umbanda.

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Oriki “Reza” de Oxum Orixá




Oxum Òpàrà
Yèyé Òpàrà !
Yèyé Opàrà !


Obìnrin Bí Okùnrin Ní Òsun
Oxum é uma mulher com força masculina.

A Jí Sèrí Bí Ègà.
Sua voz é afinada como o canto do ega.

Yèyé Olomi Tútú.
Graciosa mãe, senhora das águas frescas.

Opàrà Òjò Bíri Kalee.
Opàrà, que ao dançar rodopia como o vento, sem que possamos vê-la.

Agbà Obìnrin Tí Gbogbo Ayé N'pe Sìn.
Senhora plena de sabedoria, que todos veneramos juntos.

Ó Bá Sònpònná Jé Pétékí.
Que como pétékí com Xapanã.

O Bá Alágbára Ranyanga Dìde.
Que enfrenta pessoas poderosas e com sabedoria as acalma.

Oxum Ieponda



Oliri Pa Koko Eni Pon
Poderosa, não empurre o povo de Iponda.


O Ri Onise Oba Ayi Kase
Ela recebe o mensageiro do rei sem respeitá-lo

O Je Dandan Oloran
Ela aceita as palavras do queixoso

O Fi Aja Wà Inu Eke Wò
Com sua sineta ela fura o ventre mentiroso.

Omo Olu Igbo Soki Redà Omo Ni
Não se pode carregar debaixo do braço o filho da mata de Iponda.

Oxum Ijumu



Osum Ijumu Olodó Ide
Oxun Ijumu, dona de um pilão de cobre.

OIya Ijumu Alaiye Ma Gun Odó Poro
Osun Ijumum não monta com vivacidade no pilão

Efon Tere Mò Gun Àiyé
POsun pode surgir subitamente no mundo.

Eyín Fe Ki Efon Ki O Na Mi
Vocês querem que Osun me castigues.

Eyín Fe O Fi Owo Ye Ko Mi Mò Ara
Deixem a criança rodear meu corpo com sua mãos

Owo Omo Ye Ki Dun Eni
A mão da criança é suave

Efon A Ke Ki Dun Enia
Osun é suave.

Efon Li O Ni Igbo Obi
Oxum é a dona da floresta de Obi.

Iwo Li O Ni Igbo Atare
A floresta de pimenta pertence a você

Baba Nwa Li Ode Ki Awa Gba Ki
O pai vem ao pátio para que cresçamos e tenhamos vida
Esta saudação (Oriki)   foi recolhido do Livro "Notas sobre o Culto aos Orixás e Voduns" Pierre Verger Editora:

Cânticos do Orixá Oxum com tradução

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Diferença entre Exu - Pomba Gira e Quiumba

Qual é a diferença entre Exú/Pomba Gira e os Quiumbas na Umbanda e Candomblé? Os quiumbas são malfeitores do astral (espíritos sem luz), avessos ao bem e altamente perturbadores. Tanto que há concordância entre autores quanto ao fato de serem eles os verdadeiros executores dos trabalhos destinados ao mal.

Afinal, qual a diferença entre Exu e quiumba?

 São os costumeiros “encostos” ou “rabos de encruza”, que de uma forma geral precisam ser encaminhados do caminho espiritual de uma pessoa que mesmo com a intenção de fazer o bem acabam por fazer o mal.

Fazem-nos pensar que muitos quiumbas mistificam, fingindo, em casas desatentas, serem Exus ou até mesmo Orixás, com fins de alcançar seus objetivos.

Diferença entre Exú Pomba Gira e Quiumbas - Umbanda Candomblé kimbanda

Classificação dos Exús e Pomba Giras

A Quimbanda

POMBAGIRA - EXU-MULHER – Kimbanda


Já os Exus e Pomba Giras, não. São eles que desmancham os trabalhos de magia negra, transportando magneticamente as mazelas, as dores e doenças físicas e espirituais, aliviando carmas. Alguns Exus e Pomba Giras, por estarem ainda no início de sua evolução, como trabalhadores do bem, necessitam, necessitam orientação e doutrina, tanto pelo médium como pelos diretores dos trabalhos (cacique, chefe ou babalorixá) e devem ser colocados na disciplina da casa de santo, terreiro ou Barracão de Santo.

Daí temos os Exus orientados (Tranca Ruas, Maria Padilha, Mulambo, Marabô, Exú Caveira, Tiriri, etc.), que não pedem sacrifícios, com oferendas mais simples, e aqueles que não tiveram uma colocação correta, que se acostumam com extravagâncias e exigências repletas de vaidades humanas.

Ponto de Maria Padilha (Rainha soberana)

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Yansã-Oyá e os Chifres utilizados no culto ao Orixá

Esta Lenda de Iansã/Yansã contará como os chifres de búfalo vieram a ser utilizados no ritual do culto Orixá de Oià-Iansã e Ogum acabou descobrindo seus segredos.

Ogum foi caçar na floresta. Colocando-se à espreita, percebeu um búfalo que vinha em sua direção. Preparava-se para matá-lo quando o animal, parando subitamente, retirou a sua pele. Uma linda mulher apareceu diante de seus olhos, era Iansã.

Orixá Oyá-Yansã: Senhora dos Ventos e Tempestades

Oyá Yansã do Balé - Raios Ventos - Orixá - Candomblé - Umbanda - Lenda do chifre no culto de yansã

As Características Dos Filhos De Yansã


Ela escondeu a pele num formigueiro e dirigiu-se ao mercado da cidade vizinha. Ogum apossou-se do despojo, escondendo-o no fundo de um depósito de milho, ao lado de sua casa, indo, em seguida, ao mercado fazer a corte à mulher-búfalo.

Ele chegou a pedir ela em casamento, mas Oiá recusou inicialmente. Entretanto, ela acabou aceitando, quando de volta a floresta, não mais achou a sua pele. Oyá recomendou ao caçador a não contar a ninguém que, na realidade, ela era um animal.
Viveram bem durante alguns anos. Ela teve nove crianças, o que provocou o ciúme das outras esposas de Ogum. Estas, porém, conseguiram descobrir o segredo da aparição da nova a mulher.
Logo que o marido se ausentou, elas começaram a cantar:

'Máa je, máa mu, àwo re nbe nínú àká',
'Você pode beber e comer (e exibir sua beleza), mas a sua pele está no depósito (você é um animal)'.

Oiá compreendeu a alusão; encontrando a sua pele, vestiu-a e, voltando à forma de búfalo, matou as mulheres ciumentas.

Em seguida, deixou os seus chifres com os filhos, dizendo:
'Em caso de necessidade, batam um contra o outro, e eu virei imediatamente em vosso socorro.'

É por essa razão que chifres de búfalo são sempre colocados nos locais consagrados ao Orixá Oyá-Iansã.
Iansã Onira – Oiá Onira

XIRÊ DE OYÁ YANSÃ NO CANDOMBLÉ

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A Lenda da Criação do Mundo: Os Orixás

Conta a Lenda da criação de Aiê (terra/mundo) Orixá Oxalá, "O Grande Orixá" ou "O Rei do Pano Branco"no Candomblé e também na Umbanda. Foi o primeiro a ser criado por Olorum, o deus supremo. Tinha um caráter bastante obstinado e independente.

Oxalá foi encarregado por Olorum de criar o mundo com o poder de sugerir (àbà) e o de realizar (àse). Para cumprir sua missão, antes da partida, Olorum entregou-lhe o "saco da criação". O poder que lhe fora confiado não o dispensava, entretanto de submeter-se a certas regras e de respeitar diversas obrigações como os outros orixás. Uma história de Ifá nos conta como. Em razão de seu caráter altivo, ele se recusou fazer alguns sacrifícios e oferendas a Exú, antes de iniciar sua viagem para criar o mundo.

A lenda da criação de Aiê (Mundo) – Orixás


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O Orixá Oxalá pôs-se a caminho apoiado num grande cajado de estanho, seu òpá osorò ou paxorô, cajado para fazer cerimônias. No momento de ultrapassar a porta do Além, encontrou Exé, que, entre as suas múltiplas obrigações, tinha a de fiscalizar as comunicações entre os dois mundos. Exé descontente com a recusa do Grande Orixá em fazer as oferendas prescritas, vingou-se o fazendo sentir uma sede intensa. Oxalá, para matar sua sede, não teve outro recurso senão o de furar com seu paxorô, a casca do tronco de um dendezeiro. Um líquido refrescante dele escorreu: era o vinho de palma. 

Ele bebeu-o ávida e abundantemente. Ficou bêbado, e não sabia mais onde estava e caiu adormecido. Veio então Odudua, criado por Olorum depois de Oxalá e o maior rival deste. Vendo o Grande Orixá adormecido, roubou-lhe o "saco da criação", dirigiu-se à presença de Olorum para mostrar-lhe o seu achado e lhe contar em que estado se encontrava Oxalá. Olorum exclamou: "Se ele está neste estado, vá você, Odudua! Vá criar o mundo!" Odudua saiu assim do Além e encontrou diante de uma extensão ilimitada de água. 

Deixou cair a substância marrom contida no "saco da criação". Era terra. Formou-se, então, um montículo que ultrapassou a superfície das águas. Aí, ele colocou uma galinha cujos pés tinham cinco garras. Esta começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície das águas.

Onde ciscava, cobria as águas, e a terra ia se alargando cada vez mais, o que em iorubá se diz ilè nfè, expressão que deu origem ao nome da cidade de Ilê Ifé. Odudua aí se estabeleceu, seguido pelos outros orixás, e tornou-se assim o rei da terra. 

Quando Oxalá acordou não mais encontrou ao seu lado o "saco da criação". Despeitado, voltou a Olorum. Este, como castigo pela sua embriaguez, proibiu ao Grande Orixá, assim como aos outros de sua família, os orixás funfun, ou "orixás brancos", beber vinho de palma e mesmo usar azeite-de-dendê. Confiou-lhe, entretanto, como consolo, a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos, aos quais ele, Olorum, insuflaria a vida.

Por essa razão, Oxalá também é chamado de Alamorere, o "proprietário da boa argila".
Pôs-se a modelar o corpo dos homens, mas não levava muito a sério a proibição de beber vinho de palma e, nos dias em que se excedia, os homens saiam de suas mãos contrafeitas, deformdas, capengas, corcundas. Alguns, retirados do forno antes da hora, saíam mal cozidos e suas cores tornavam-se tristemente pálidas: eram os albinos. Todas as pessoas que entram nessas tristes categorias são-lhe consagradas e tornam-se adoradoras de Oxalá.
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Falange de Oxalá na Umbanda: 7ª Linha


A 7ª Linha de Oxalá “Falange” é a fusão de todas as outras. As legiões de Oxalá são a sétima e última falange de todas as Linhas já vistas anteriormente, sendo esta a mais alta hierarquia espiritual dentro da Umbanda e no Candomblé sendo este Orixá considerado pai de todos e também conhecido como Obatalá.

É responsável pela integração das demais. Coordenadora, sendo a manifestação cósmica do céu, da terra, da luz e da energia, da paz e do amor. Suas falanges são:

falange de Oxalá na Umbanda

As 7 linhas da Falange de Oxalá


1. Falange de Ogum Delê (Ogum)
2. Falange de Xangô Djacutá (Xangô)
3. Falange do Caboclo Urubatã (Oxóssi)
4. Falange da Cabocla Janaína (Iemanjá)
5. Falange de Cosme (Yori)
6. Falange do Povo de Bengala (Yorimá)
7. Falange dos Caboclos de Oxalá

A Hierarquia no Candomblé e Umbanda

Lembramos que os Caboclos de Oxalá são um pouco diferente dos demais e dificilmente incorporam, sendo os responsáveis pela coordenação das demais falanges e da missão que cada guia-chefe assume perante a Umbanda.

Umbanda e sua Historia completa

Como são os Filhos De Oxalá

As Águas de Oxalá

Ervas de Oxalá na Umbanda: são o tapete-de-oxalá (boldo), mariô, folhas de limoeiro, manjericão, erva-cidreira, trevo e café.
Folhas de Oxalá no Candomblé

Pontos de Umbanda


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As Características Dos Filhos De Omolu - Obaluaiê

As características dos filhos de Omolu - Obaluaiê que é o senhor da doença é relacionado um arquétipo psicológico derivado de sua postura na dança: se nela Omulu/Obaluaiê esconde dos espectadores suas chagas, não deixa de mostrar, pelos sofrimentos implícitos em sua postura, a desgraça que o abate, sua festa se denomina Olubajé. No comportamento do dia-a-dia, tal tendência se revela através de um caráter tipicamente masoquista.

caracteristicas dos filhos do Orixá Omolu Obaluaie

Arquetipicamente, lega a seus filhos tendências ao masoquismo e à autopunição, um austero código de conduta e possíveis problemas com os membros inferiores, em geral, ou pequenos outros defeitos físicos.

Pierre Verger define os filhos de Omulu como pessoas que são incapazes de se sentirem satisfeitas quando a vida corre tranqüila para elas. Podem até atingir situações materiais e rejeitar, um belo dia, todas essas vantagens por causa de certos escrúpulos imaginários. São pessoas que, em certos casos, se sentem capazes de se consagrar ao bem-estar dos outros, fazendo completa abstração de seus próprios interesses e necessidades vitais.

No Candomblé, como na Umbanda, tal interpretação pode ser demais restritiva. A marca mais forte de Omulu/Obaluaiê não é a exibição de seu sofrimento, mas o convívio com ele. Ele se manifesta numa tendência autopunitiva muito forte, que tanto pode revelar-se como uma grande capacidade de somatização de problemas psicológicos (isto é, a transformação de traumas emocionais em doenças físicas reais), como numa elaboração de rígidos conceitos morais que afastam seus filhos-de-santo do cotidiano, das outras pessoas em geral e principalmente os prazeres.

Sua insatisfação básica, portanto, não se reservaria contra a vida, mas sim contra si próprio, uma vez que ele foi estigmatizado pela marca da doença, já em si uma punição.

Em outra forma de extravasar seu arquétipo, um filho do Orixá , menos negativista, pode apegar-se ao mundo material de forma sôfrega, como se todos estivessem perigosamente contra ele, como se todas as riquezas lhe fossem negadas, gerando um comportamento obsessivo em torno da necessidade de enriquecer e ascender socialmente.

Qualidade de Orixas Omolu

Mesmo assim, um certo toque do recolhimento e da autopunição de Omulu/Obaluaiê serão visíveis em seus casamentos: não raro se apaixonam por figuras extrovertidas e sensuais (como a indomável Iansã, a envolvente Oxum, o atirado Ogum) que ocupam naturalmente o centro do palco, reservando ao cônjuge de Omulu/Obaluaiê um papel mais discreto. Gostam de ver seu amado brilhar, mas o invejam, e ficam vivendo com muita insegurança, pois julgam o outro, fonte de paixão e interesse de todos.

Assim como Ossãe, as pessoas desse tipo são basicamente solitárias. Mesmo tendo um grande círculo de amizades, frequentando o mundo social, seu comportamento seria superficialmente aberto e intimamente fechado, mantendo um relacionamento superficial com o mundo e guardando sua intimidade para si própria. O filho do Orixá oculta sua individualidade com uma máscara de austeridade, mantendo até uma aura de respeito e de imposição, de certo medo aos outros. Pela experiência inerente a um Orixá velho, são pessoas irônicas. Seus comentários porém não são prolixos e superficiais, mas secos e diretos, o que colabora para a imagem de terrível que forma de si próprio.

Reza do Omolu - Obaluaiê

Entretanto, podem ser humildes, simpáticos e caridosos. Assim é que na Umbanda este Orixá toma a personalidade da caridade na cura das doenças, sendo considerado o "Orixá da Saúde”.
O tipo psicológico dos filhos de Omulu é fechado, desajeitado, rústico, desprovido de elegância ou de charme. Pode ser um doente marcado pela varíola ou por alguma doença de pele e é frequentemente hipocondríaco. Tem considerável força de resistência e é capaz de prolongados esforços.

Geralmente é um pessimista, com tendências autodestrutivas que o prejudicam na vida. Amargo, melancólico, torna-se solitário. Mas quando tem seus objetivos determinados, é combativo e obstinado em alcançar suas metas. Quando desiludido, reprime suas ambições, adotando uma vida de humildade, de pobreza voluntária, de mortificação.

É lento, porém perseverante. Firme como uma rocha. Falta-lhe espontaneidade e capacidade de adaptação, e por isso não aceita mudanças. É vingativo, cruel e impiedoso quando ofendido ou humilhado.

Essencialmente viril, por ser Orixá fundamentalmente masculino, falta-lhe um toque de sedução e sobra apenas um brutal solteirão. Fenômeno semelhante parece ocorrer no caso de Nanã: quanto mais poderosa e mais acentuada é a feminilidade, mais perigosa ela se torna e, paradoxalmente, perde a sedução.

Canticos de Omolu/Obaluaiê no Candomblé

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Falange de Ogum na Umbanda: Quais tipos de Ogun

Conheça quais sãos os caminhos (falanges) de Ogum na Umbanda, pois Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.

Ogum na Umbanda - falanges de ogum - todos tipos de ogum

1. Falange de Ogum Beira-Mar

Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas. ceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e zul-clara.

2. Falange de Ogum Rompe-Mato

Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Odé) e Ossãe, nas matas. Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.

3. Falange de Ogun Megê

É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).

4. Falange de Ogum Naruê

Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”. Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe.

5. Falange de Ogum Matinata

Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha diretamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca.

6. Falange de Ogum Iara

Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.

7. Falange de Ogun Delê (ou de Lei)

“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.

Oferendas para Ogum na Umbanda:

Todas as falanges citadas recebem velas nas cores indicadas, cravos vermelhos (alguns aceitam cravo branco também),cerveja branca, ou, menos comum, vinhos, charutos e fósforos,sobre um pano branco.
Ervas: as mais comuns são espada-de-são-jorge, losna, jurubeba,comigo-ninguém-pode, romã.

PONTOS DE OGUM NA UMBANDA

 

 

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