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Oriki de Oxalá – Reza do Orixá Obatalá - Vídeo

Posted by Alberto Ebomi at 14:54 0 Comments
Oriki de Oxalá (Orixá Obatalá) é uma reza recitada, as vezes cantada para saudar, invocar, clamar, chamar, conversar, dialogar, acordar um determinado Orixá, que no caso esta sendo do Pai dos Orixás (Obatalá).

Ele pode ser usado para qualquer Oxalá independentemente de qual seja “Oxoguian ou Oxalufan”, pois no culto africano ele é chamado de Obatalá de um modo geral, mesmo que possua suas ramificações. Esta reza pode ser usada nas obrigações, oferendas, conversas com o Orixá, no site temos as rezas de todos Orixás.

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O site tem bastante coisa sobre este Orixá:

Águas de Oxalá


As Características Dos Filhos De Oxalá


Oxaguian Xirê completo com tradução: video


Oriki em Yoruba de Oxalá


Osalá, Obàtarisà.
Adàgbà je igbín.
O so enì kan digba èniyàn.
Eni aláyélúwà.
Odúú baba ikòkò.
Oyígíyigì òtá omi.
Oliwa yo sensen.
Orééréé tí ndu orí elemere,
O so àgàn dolómo.
Orééréé tí ndu orí elemere,
O yí lààlà,
O se koko ala rumo rumo.
Oba yigbo.
Eleni a yin.
Oba tótó, bàbá ò!

Evocação de Oxalá em Português (tracução)




Oxalá, Obàtarixà,
o velho cuja a comida preferida é o igbin,
faz uma pessoa se reproduzir em muitas.
A você pertence o universo, e o comportamento dos seres.
Aquele que moldou todas as crianças.
Oliwa yo sensen
A divindade que se preocupa em proteger o orí de Elemere.
Que torna fértil o estéril.
A divindade protetora dos Elemere.
Que se envolve na pureza branca.
De dentro de sua branca pureza brilha emitindo luz para proteger seus seguidores.
Obayigbo! A grande divindade!
Que é suficientemente grande para ser louvado.
Ó grande Rei, meu Pai.

O vídeo com o Audio e texto do Oriki de Osalá




Não deixe de compartilhar o vídeo se você acha que é de grande importância para o culto, pois antigamente zeladores e filhos de santo diziam que não conheciam os Ofós (segredos), pois seus superiores hierárquicos (pais e mãe de santo) guardavam os conhecimentos para si, hoje em dia o acesso as informações tornou bem mais fácil a acessibilidade ao material didático, é claro que não tudo verdade, e muito menos tudo mentira.

É como eu sempre falo, “ESTUDE TUDO E COLHA SOMENTE O QUE FOR NECESSÁRIO”.

Caboclo Ubiraja: Sua história

Posted by Alberto Ebomi at 12:40 0 Comments
Hoje iremos falar sobre o Caboclo Ubirajara que é muito conhecida dentro da Religião de Caboclos (Umbanda) e também tem seus reconhecimentos em casas de nação (Candomblé), mas não seria original do culto dos Orixás. Segundo o próprio Ubirajara, ele era um guerreiro da tribo dos Tupinambá, e nasceu aproximadamente em 1556 no território onde hoje e á Bahia. Segundo seu Ubirajara, ele foi feito guerreiro muito jovem porque na quela época sua tribo estava em guerra com os homens brancos(Os portugueses) E sua tribo inimiga os tupiniquins, a maioria estava doente e os jovens eram recrutados e treinados muito sedo.

Caboclo Ubirajara - Umbanda - Religião - culto - Orixá - Pontos - Historia

Com 16 anos ele enfrentou os portugueses e quase foi morto, mais quando ele completou 20 anos destruiu mais de 200, e o líder branco foi comido pela tribo. Ele ganhou fama porque só foi vitória quando ele liderava, sua fama foi tanta que os portugueses já tinham medo de andar nas matas onde pertenciam os tupinambás, e principalmente do índio com os peitos largos, alguns portugueses chamavam seu Ubirajara de fantasma da morte, ou o próprio Diabo.

Na nova lei estabelecida entre os tupinambas era devorar os que sobrevivessem, e piedade não era muito praticada entre eles, Ubirajara também invocava os espíritos da floresta, e principalmente os guerreiros e devoto firme de Tupã (Deus em tupi-guarani), gostava de usar arco e flecha, escalava perfeitamente as árvores, sanguinário, com uma aparência séria e bonita, forte, feição fechada, com 30 anos Ubirajara se torna Cacique e lidera mais uma investida contra o homem branco, nessa investida eles matam mais de 1000 portugueses e tem apenas 67 perdas.

Ubirajara (Caboclo) relata que nunca perdeu uma guerra, á única guerra que ele e sua tribo não ganhou foi a ignorância, pois com o ritual do canibalismo, ele e a tribo inteira pegaram doenças graves, doenças que os índios não estavam preparados para enfrentar, e sua tribo foi extinta em 1604, Ubirajara morreu doente por volta de 1580.

História do Caboclo Ubirajara


Essa e a história do Caboclo Ubirajara, contada por ele mesmo em uma oportunidade que tivemos para conversar, ele trabalha na linha da Cabocla Jurema. Ele me falou que muitos irmãos dizem que ele e seu nome e um nome de uma grande linha de Umbanda, outros dizem que ele nunca foi índio, e isso só aumentou o mito Ubirajara, mais que ele deixe bem claro, fui índio brasileiro, guerreiro e hoje cumpro minha missão com meus irmãos e filhos de santo em nome de Deus.

Os Melhores Pontos Cantados para Caboclos


Compartilhe a Gira de Caboclo. Okê Caboclo!!!

Orixá Xangô o irmão mais jovem de Obaluaiê

Posted by Alberto Ebomi at 18:10 0 Comments
O Orixá Xangô é o irmão mais jovem, não somente de Dadá-Ajaká como também de Obaluaiê. Contudo, ao que parece, não são os vínculos de parentesco que permitem explicar a ligação do deus do trovão e o das doenças contagiosas, mas sim, prováveis origens comuns em Tapá. 

Neste lugar, Obaluaiê seria mais antigo que Xangô, e, por deferência para com o mais velho, em certas cidades como Saketê e Ifanhim são sempre feitas oferendas a Obaluaê na véspera da celebração das cerimônias para Xangô.


Orixá Xangô Obaluaie - Omolu - Ayira - Shango - sango - Obaluyie - obaluae - Orixa - Candomble - Ifá - Afro - religion

>> Saudação de Xangô - Reza do Orixá <<


Um testemunho da elegância, do garbo de Xangô e das suas maneiras galantes, com as quais seduziu Oiá-Iansã, a mulher de Ogum , é dado numa história do Ifá Orunmilá já mencionada num capítulo precedente:

LENDA DE XANGÔ (ITON)


“ Entre os clientes de Ogum, o ferreiro, havia Xangô”, que gostava de ser elegante, a ponto de trançar seus cabelos como os de uma mulher.
Havia feito furos nos lóbulos de suas orelhas, onde usava sempre argolas.
Ele usava colares de contas.
Ele usava braceletes.
Que elegância!!!
Esse homem era igualmente poderoso por seus talismãs.
Era guerreiro por profissão.
Não fazia prisioneiros no decurso de suas batalhas (matava todos os seus inimigos).
Por essa razão, Xangô é saudado:
Rei de Kossô, que age com independência!”
Outras saudações que seus fies lhe dirigem têm certa graça e mostram a sua forte personalidade:
“ Ele ri quando vai à casa de Oxum.
Ele fica bastante tempo em casa de Oyá.
Ele usa um grande pano vermelho.
Oh! Elefante que caminha com dignidade!
Meu senhor, que cozinha o inhame com ar que escapa de suas narinas.
Meu senhor, que mata seis pessoas com uma só pedra de raio.
Se franze o nariz, o mentiroso tem medo e foge” .


RODA (XIRÊ) DE XANGÔ COMPLETA:

Compartilhe e divulgue o artigo para que todos possam tomar conhecimento de nossa linda cultura “DIGA NÃO A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA”.

Reza em Yoruba com tradução e vídeo de Oyá–Yansã: Oro

Posted by Alberto Ebomi at 12:31 0 Comments
Reza em Yoruba com a tradução para o português do Oriki do Orixá Oyá/ Yansã (ORÔ) com a continuação dos vídeos “SAUDANDO TODOS ORIXÁS”, na cultura africana sendo esta utilizada para dentro da religião do Candomblé em várias nações como Ketu, Angola, Ifá (Orunmilá), etc.


A reza é grande sim, contudo, com o texto abaixo mais o vídeo com o áudio completo e sua tradução facilitará muito na hora em que você esteja cultuando o Orixá em suas oferendas, matanças, suplicas, rezas, orações em pedidos a Iansã.


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Oro Yoruba de Oyá


Oya òòsà tí í roko ré léyin.
Oya ní í tárúgbó se lóge.
Obìrin gbandikan,
Eégún a san dórí.
Oya ni mó máa bo.
Pará Ogun bí e n palé.
Irú Oya ò sí lórun,
Iyàwó orí ògún.
Oya kan, Sàngó kan.
A tó ó kàn bí òkè.
A málejò yíká ile.
Baálé dí méji, ara ò rò kan.
Onínúolá, oko o!
Oya a rìn léji.
Olùwaà mi èjè níyi Ogun.
Oya òrírì!
A-wo ni fírí, bí enì tí ò rí ni.
A-sòwò kéékéèké gbowó è ní kisi.
Oya a rinà bora bí aso.
Ina ma ní égún o,
Ina tí njo ní laí towo bo' ná.
Oya òwàrà, bíi' ná jóko láàró.
A fijà dófirì, niwáju jagunjagun.
Oya alágbára inu aféfé.
Oloju ojo, a ri won dé òguluntù.
Oya bí àkúfó ikókò tí nró kókó-kókó.
Oya lé babaláwo kò dúrò kó' fá.
Oya rorò!
A rìn dengbere nínú aféfé.
Oya, a tún orí eni tí kò sunwon se.
A so ibànújé dire.
Alágbára obìrin òòsà.
Màá bá o sepò.
Odó awuwo lóhùn, bí ààrá.
Oya órirí a wúwo má se wa.
Oya má se ba tèmi je,
Oya, òrìsà to n gbà ní lówó isé.
Oya oláà re lèmí n je ò,
Olá tí kékeré awó je tó fi mó gbódú.
Awa kò lóhun méji bí ò se' wo.
A bá ni sòrò má tan ni je.
Oya a d'ikúta mérù òtá.
Oya má d'ikúta mérù tèmi ò.
Jagun a bá oníjà délé.
A fijà dófiri.
A birun bí adé lorí.
Obìnrin bíríbírí bí ilè ojà.
Oya òréré re ni mo nwo o.
Alágbára obìnrin Sàngó.
Oloro tí nyagi èbá ònà.
Efúùfù lèlé!
Ajánà óòsà tí nbégi lókè lókè.
Oya arinà bora bí aso.
Abiyamo olóore mi àjíkí.
Oòsà bí Oya kòsí,
a tó péjú wò bí osùpá.
A rewà obìnrin.
Ará irá a dági lókè lókè lái fowokan igi.
Oya olóorè mi,
Iwo ni màá sìn dojo alé mi.


Invocação do Orixá Oyá Iansã


Iansã, o orixá que apoia seu marido.
Iansã, o orixá que rejuvenesce a mulher velha.
Mulher poderosa, e forte.
Ela possui um corpo perfeito.
É a Iansã que eu cultuarei.
Dizem que ela ao ir a guerra enfeita o corpo com creme como se encera o chão.
Igual a Iansã não existe.
Iansã, a primeira mulher de
Ogum.
Iansã é única, e
Xangô é único!
Iansã é grandiosa como uma montanha, e a ele se recorre.
Ela leva visitantes para conhecer a casa.
Há dois maridos para a mesma mulher na casa, o que causa inquietação a um deles.
Ela sente compaixão pelas pessoas.
Iansã que anda na chuva.
Meu orixá, o sangue é a recompensa da guerra.
Iansã, a charmosa, e elegante.
Iansã, de olhar sorrateiro, nos vê sem percebermos.
Iansã faz fortuna com uma série de pequenos negócios.
Iansã, que se veste de fogo, e é feroz como o fogo.
O fogo que nos queima sem que tenhamos posto a mão nele.
Yansã, que faz vária coisas simultaneamente como o fogo que espalha a sua labareda.
Iansã, quando luta golpeia com a rapidez de um piscar de olhos.
Iansã, a poderosa que vive no vento.
Que possui olhos brilhantes como o sol nascente, e por isso vê as pessoas onde quer que elas estejam.
Ela é como um pote de barro já antigo, mas que ao ser tocado revela possuir ainda total resistência.
Iansã expulsou o babalaô, e este nem sequer teve tempo de pegar o seu Ifá.
Oyaá é brava.
Iansã caminha livremente no vento.
Iansã que melhora o mau orí.
Ela transforma tristeza em alegria.
Orixá feminino poderoso,
eu me envolverei contigo.
Orixá bravo, e potente de voz possante como o trovão.
Tú que és forte, não nos faça mal!
Iansã não estrague as minhas coisas.
Iansã, orixá que nos salva da pobreza.
Iansã, estou vivendo sob tuas bênçãos.
A benção que o iniciado em Ifá recebeu, e que o levou-a floresta sagrada de Ifá.
Nada temos além de ti.
Fala conosco sem nos enganar.
Iansã, coloca pedras no caminho dos inimigos.
Iansã, não ponha pedras no meu caminho.
A guerreira que segue o adversário até sua casa.
Iansã, cujas tranças são belas como uma coroa.
Iansã, vibrante como as ruas do mercado.
Iansã, meus olhares esperançosos voltam-se para ti. Proteja-me!
A poderosa mulher de
Xangô.
A poderosa que derruba árvore na beira da estrada.
Efufu Lele, o Grande Vendaval.
O orixá que atravessa o fogo, e corta a copa das árvores.
Iansã, que se veste de fogo.
Que é maternal benfeitora a ser louvada pela manhã.
Não existe orixá como Iansã.
Todos a admiram como se fosse a lua nascente.
A mulher bela.
A mulher que veio de Irá, e que corta a copa das árvores sem fazer uso das mãos.
Iansã, minha benfeitora, é a ti que cultuarei até o fim da minha vida.


VÍDEO DO ORÔ DE YANSÃ/ OYÁ EM YORUBA/PORTUGUES




Compartilhe o artigo para que todos possam aprender como é rica e linda nossa cultura afrodescendente.

Pomba Gira Maria Padilha dos 7 Cruzeiros das Almas

Posted by Alberto Ebomi at 20:51 0 Comments
A verdadeira história desta entidade Pomba Gira Maria Padilha dos 7 Cruzeiros das Almas ainda não esta comprovada de fato, mas como sem dúvida é uma das mais faladas e conhecida na Umbanda, Candomblé, Kimbanda! Porque devido a várias histórias contadas e publicadas sempre deixa um fecho para inúmeras controversas. Já faz um bom tempinho que venho lendo e pesquisando histórias de Maria Padilha ou ( Maria de Padilha) que vem a ser o verdadeiro nome da amante rainha do Rei de Castela.

Pomba Gira Maria Padilha dos 7 Cruzeiros das Almas - calunga - encruza - estrada - candomblé - umbanda - kimbanda
 
A história conta que Maria de Padilha era uma jovem muito sedutora que foi viver no reinado de Castela como dama de companhia de D. Maria, mãe de D. Pedro I de Castela ( O cruel ) . Sendo que esta moça tinha um tutor e este responsável e tio da bela donzela, que também era herdeira de sangue nobre, devido a influencia de seu pai na corte espanhola.
A lenda conta que D.Pedro de Castela já estava noivo de D. Blanca de Bourbom, uma jovem pertencente a corte francesa, que foi enviada para Castela para casar-se com D. Pedro porque este estava já para assumir o Reinado do pai, no ano 1350.

MARIA PADILHA DO 7 CRUZEIRO DAS ALMAS


Dona Maria de Padilha e o Rei de Castela depois de apresentados, fulminaram-se de paixão um pelo outro e mesmo as escondidas começaram um grande caso de amor, onde sabiam que jamais seria aceito pela família e tampouco pela corte.
 
D.Pedro I de Castela, não queria casar-se com D. Blanca de Bourbom , mais este casamento traria excelentes benefícios políticos para a corte Espanhola e Portuguesa.
 
Dizem que Maria de Padilha, trabalhava na magia com um judeu cabalista e que este a ensinou muitas magias e através destas... conseguiu dominar o Rei de Castela completamente. Conta a história que ela foi uma das grandes responsáveis pelo o abandono ou morte de D. Blanca de Bourbom pelo rei, digo abandono ou morte porque ainda é uma história muito confusa... alguns livros indicam que D. Blanca foi decapitada ao mando do Rei... outros apenas citam que ela foi abandonada por ele e devolvida a sua família na França por ele ter assumido seu amor por Maria de Padilha.
 
Maria de Padilha de Castela, depois do sumiço de D. Blanca passou a viver com o Rei em seu castelo em Sevilha, palácio que foi construído e presenteado a Maria de Padilha pelo seu amado rei de Castela.
 
Maria Padilha deu quatro filhos ao rei de Castela sendo que o primogênito morreu em idade tenra.
Ao contrario do que conta muitas histórias publicadas desta grande personagem, Maria Padilha morreu antes do Rei de Castela e este fez seu velório e enterro como de uma grande rainha, fez com que seu súditos beijassem as mãos do corpo falecido por peste negra e a enterrou nos jardins de seu castelo.

O Rei anunciou ao sei reinado que havia casado com D. Maria Padilha as escondidas e que queria que seu filhos com ela fossem reconhecidos como herdeiros do trono e que a imagem de Maria Padilha diante do povo fosse de uma Grande Rainha.
Um ano mais tarde o rei veio a casar-se de novo, mais nunca escondeu que o grande amor de sua vida tinha sido D. Maria Padilha, os contadores contavam que o feitiço lançado ao rei pela poderosa Padilha seria eterno!

Alguns anos depois o Rei de Castela veio a falecer pelas mão de seu meio irmão bastardo que acabou assumindo o seu posto de Rei de Castela... o corpo do rei deposto foi enterrado a frente da sepultura de sua Amada Rainha Padilha, onde foram construídos duas estátuas uma em frente a outra, para que mesmo na eternidade os amados nunca deixassem de olhar um pelo outro.

Dizem que a entidade de Maria Padilha, na sua primeira aparição, foi em uma mulata no tempo da corte de D.Pedro II no Brasil , onde esta mulata em um sessão da Catimbó... recebeu uma entidade muito feiticeira e faceira que se apresentou com D. Rainha Maria Padilha de Castela e contou a sua história e que depois dela outras Padilhas viriam para fazer parte da sua quadrilha.

Dizem que depois desta anunciação de D. Maria Padilha, ela só voltou mais uma ou duas vezes e que não mais chegaria na terra por sua missão presente estar cumprida, mais que por castigo de Jesus e por mando do Rei das Encruzilhadas ela ainda permaneceria na terra e confins, comandando a sua quadrilha de mulheres e Exus para todos os tipos de trabalhos... Depois disto, nunca mais ninguém voltou a ver ou assistir a curimba desta poderosa entidade rainha das giras.

Há muitos pais de santo e estudiosos que dizem que D. Rainha da Sete Encruzilhada é D. Maria Padilha de Castela, por ter sido ela eleita a Rainha de todas as giras, mais esta desconfiança, ainda não foi esclarecida, nem pelas próprias identidades que trabalham com D. Rainha das Sete Encruzilhadas. Esta desconfiança gerou porque D. Padilha de Castela se titulava Rainha e sempre saudava as sete encruzilhadas, onde morava o seu rei e de onde ela reinava.




Dona Maria padilha é a Pomba Gira mais conhecida e reverenciada entre o "povo do Santo", e também entre os "não iniciados".
Sua Falange foi a primeira a ser formada no Astral, juntamente com a Falange do Senhor Tranca Ruas, daí o fato dos dois serem os mais facilmente lembrados, quando se fala em Exús ou Pombas Giras.

Muito querida e solicitada em todos os terreiros. Todos se sentem um pouco íntimos e amigos de Dona Maria Padilha. Existem milhares de espíritos quer trabalham em sua falange, e adotam o nome da falange "Maria Padilha".

Devemos ter sempre em mente que "Maria Padilha" não é o nome de uma entidade individual e sim de um grupo, ou melhor, um exército de espíritos que trabalham nessa falange e adotam o nome por identificação, por isso não existe "PADILHA " e sim "PADILHAS" !
Cada um desses espíritos tem suas próprias histórias, e todos devem ser respeitados.

Saudação as pomba Gira Maria Padilha


SARAVÁ A FALANGE DE MARIA PADILHA,
SALVE TODAS AS MARIAS:
DO CRUZEIRO
DA CALUNGA
DAS ENCRUZILHADAS
DO CABARÉ
DO  PORTO
DA ESTRADA
DO MUNDO!!!

PONTOS DE POMBA GIRA NA UMBANDA



Compartilhe nossos artigos e vídeos para cada vez a Religião espíritas se tornar mais forte! Diga não à intolerância religiosa!

As Religiões Afro-Brasileiras

Posted by Alberto Ebomi at 19:25 0 Comments
Poucos conhecem, mas existem outras as Religiões Afro-Brasileiras, como o Omolocô, Candomblé de Caboclo, Juremação, Toré, Pajelança, os Habitantes da Jurema, Quimbanda, Umbandaentre outras religiões de culto espírita espalhadas pelo nosso Brasil.

Os cultos e seus Estados


Babaçuê - Maranhão, Pará
Batuque - Rio Grande do Sul
Cabula - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Candomblé - Em todos estados do Brasil
Culto de Egungun - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo
Culto de Ifá - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo
Encantaria - Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas
Omoloko - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo
Pajelança - Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas
Quimbanda - Em todos estados do Brasil
Tambor-de-Mina - Maranhão, Pará
Terecô - Maranhão
Umbanda - Em todos estados do Brasil
Xambá - Alagoas, Pernambuco
Xangô do Nordeste - Pernambuco


Religiões Afro-Brasileiras, como o Omolocô, Candomblé de Caboclo, Juremação, Toré, Pajelança, os Habitantes da Jurema, Quimbanda, Umbanda,


Omolocô


Influências do Omolocô: Angola, Congo, Ketu, Gêge, Catolicismo, Ameríndia.
Também denominado de Umbanda Mista, Umbanda Cruzada, Umbanda Traçada.
É o mais próximo da Umbanda do Caboclo das Sete Encruzilhadas; segundo pesquisadores, este Candomblé estaria em transição para a Umbanda.

Juremação


Muitos juremeiros dizem que “um bom mestre já nasce feito”; contudo alguns ritos são utilizados para “fortificar as correntes” e dar mais conhecimento mágico-espiritual aos discípulos. O ritual mais simples, porem de “muita ciência” é o conhecido como “juremação”, “implantação da semente”, ou “Ciência da Jurema”.

Este ritual consiste em plantar no corpo do discípulo, por baixo de sua pele, uma semente da árvore sagrada. Existem três procedimentos para isso. Em um primeiro, o próprio mestre promete ao discípulo e após algum tempo, misteriosamente, surge a semente em uma parte qualquer do corpo.

Um segundo procedimento é aquele em que o líder religioso realiza um ritual especial, onde dá a seus afilhados a semente e o vinho de Jurema para beber. Após este rito, o iniciante deve abster-se de relações sexuais por sete dias consecutivos, período em que todas as noites ele deverá ser levado em sonhos, por seus guias espirituais, para conhecer as cidades e aldeias onde aqueles residem. Ao final deste período, a semente ingerida deverá reaparecer em baixo de sua pele.

Num terceiro procedimento, o juremeiro implanta a semente da Jurema, através de um corte realizado na pele do braço.


Toré


O Toré é uma dança que inclui também práticas religiosas secretas, às quais só os índios têm acesso. O objetivo ritual do toré é a comunicação com os encantos ou encantados, que vivem no reino da Jurema ou juremá, referência à bebida feita com a casca da raiz da juremeira.

Quanto à dança propriamente dita, ela assume características diferentes em cada comunidade. Eles dançam em círculos, em sentido anti-horário, fazendo e desfazendo sucessivas espirais.

O grupo dança formando quatro filas, que fazem variadas coreografias, criando movimentos de rara beleza. O ritual, que começa por volta das 21h e vai até as 3h da manhã, é uma dança coletiva acompanhada por cânticos e pelo som de chocalhos feitos de cabaças. O que mais impressiona no Toré é a força com que todos pisam o chão, de forma ritmada, juntos, como se fossem uma só pessoa.

Pajelança


Durante o ritual terapêutico, o pajé reza e fuma ao mesmo tempo, baforando a fumaça do tabaco sobre o corpo do doente. Enquanto isto sustenta em uma das mãos o maracá, cujo ruído assinala a aproximação do espírito. O pajé pode alcançar o transe fumando e hiperventilando continuamente, o que lhe provoca visões que lhe direcionam para compreender os atos estranhos que se sucedem na aldeia, ou para predizer sucessos e insucessos.

A pajelança é um ato-ritual de cura, levada á cabo por vários pajés. Nestas ocasiões eles se reúnem para fins curativos ou cuidar da realização de um feitiço que beneficie todas as comunidades participantes do evento.

A crença da pajelança é assentada na figura do encantamento, ou seja, é um culto á encantaria. Encantados são os seres invisíveis que habitam as florestas, o mundo subterrâneo e aquático, regiões conhecidas como "encantes". Os pajés servem de instrumentos para a ação dos encantados. Para tornar-se pajé, o indivíduo precisar ter um dom de nascença ou "de agrado" (adquirido).

Conheça mais sobre as Religiões Afro-Brasileiras:


O Candomblé e a Nação Ketu – Angola – Jejê

O que é Kimbanda?

O Candomblé Angola – Hierarquia


A Nação Gege


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