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Jogo de Búzios

Postado por: Ebomi at 12:16 0 Comentários
Todos acreditamos que a cultura dos jogos de búzios nasceu na África, porém a cultura é turca, e quando os turcos invadiram a África levaram com eles os búzios e os africanos acabaram por dominar a técnica e a usam para falar com os Orixás.

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Outros irão dizer que a estrela da manhã contou a Orunmilá que havia descoberto que todos os segredos da criação estavam em uma concha de caramujo, dentro de um vaso entre as pernas Obatalá.
O fato é que este jogo é considerado um oráculo, e através dele podemos falar diretamente com os nossos Orixás.

No Brasil durante o período de escravidão o jogo se espalhou juntamente com o Candomblé.

A pratica do jogo


Aqui no Brasil o jogo é feito por Pais ou Mães de Santo, devidamente preparados para isto, têm sua mediunidade muito apurada e conseguem ler através dos búzios as questões relacionadas aos consulentes.

Geralmente em terreiros de Candomblé, a Umbanda não faz uso dos búzios mas há centros em que os pais da casa “se fizeram” no Candomblé, e por isto acabam jogando para seus filhos ou consulentes.
São 16 búzios, e uma mesa, mesa está preparada para a leitura do Oráculo, trata-se de uma peneira conhecida como urupema e o fio de contas ou guias que são chamados de erindilogun, um adjá que é uma espécie de sino, um otá, vela branca, fios de conta ou guias de Oxalá e Oxum, obis, coco de ifá, arobô, favas e suas sementes e imã.

Quem comanda o jogo de Búzios?


O Orixá que comanda o jogo de Búzios é Exu, no candomblé Exu é Orixá, mensageiro dos Orixás é Ele que permite através dos búzios as respostas das perguntas feitas.

Em um jogo conseguimos descobrir muitas coisas, de quem somos filhos, alias a confirmação dos Orixás de Cabeça no Candomblé se dá através do jogo, podemos ainda descobrir se fizeram alguma magia ou mal contra nós, se estamos com os caminhos fechados e porque, e a cada jogada um Orixá responde, em um jogo podemos ter mais de um Orixá respondendo as questões formuladas pelos consulentes.

Antes de começar o jogo, os pais ou mães de santos, rezam para todos os Orixás e vão falando com eles enquanto arremessam os búzios na mesa, considera-se que a forma como os búzios caem, a disposição na mesa, é por intervenção dos Orixás.

Quando falamos sobre amor por exemplo, quem pode vir responder é a Mamãe Oxum ou uma Pomba-gira, depende de quem está ali para responder naquele momento.

A combinação dos búzios abertos ou fechados, é que dá a resposta e indica quem está respondendo.

· Abertos com a parte da abertura dos búzios para cima
· Fechados com a parte da abertura dos búzios para baixo

Vale lembrar que cada Pai ou Mãe de Santo tem sua forma de ler, porém, os resultados não podem ser diferentes, ou seja em um jogo caiu:
0
2 búzios abertos
14 búzios fechados

Quem está respondendo neste caso é Ibeji e Obaluaiê, dependendo da questão pode ser alegria ou doença.

Outra leitura:

11 búzios abertos
5 búzios fechados

Quem responde é Iansã, eu pode ser momento de grande sorte ou não, o que vai depender da fase em que está o consulente, na fase positiva quer dizer muita sorte, mediunidade aguçada, vidência e questões comerciais.

Outra leitura:

9 búzios abertos
7 búzios fechados

Quem responde é Mãe Iemanjá e Oia, o que quer dizer que poderá haver perdas e desgostos se o consulente não estiver equilibrado.

No geral quando se joga búzios, podemos ter várias respostas para vários assuntos, às vezes o jogo se fecha e o pai ou mãe de santo, não conseguem ver nada, isto é um sinal de que os Orixás ainda não tem o que responder sobre aquela questão ou o jogo para aquele consulente este fechado por um tempo, é só tentando a consulta novamente é que saberá se já aberto ou não.

Durante um jogo de búzios o consulente não precisa dizer nada, as questões vão sendo reveladas por Ifá ( Orixá da Sabedoria e Destino) e Exu, a cada arremesso dos búzios uma questão é revelada e sua forma de resolve-la também, sem que haja a necessidade do consulente perguntar qualquer coisa, mas ele pode perguntar se quiser, nada o impede. Este oráculo ainda será muito usado durante muito tempo, precisamos apenas de pessoas serias e comprometidas com os Orixás para continuar com a missão de ajudar o outro.

Orixá Xango venceu a Guerra

Postado por: Ebomi at 12:57 0 Comentários

Orixá Xangô venceu a guerra, como conta a lenda que os chefes inimigos que haviam ordenado o massacre dos soldados de Xangô foram dizimados por um raio que Xangô disparou no auge da fúria.

Mas os soldados inimigos que sobreviveram foram poupados por Sangô. A partir daí, o senso de justiça de Xangô foi admirado e cantado por todos.

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Através dos séculos, os orixás e os homens têm recorrido ao Orixá Xangô para resolver todo tipo de pendência, julgar as discordâncias e administrar justiça.

Xangô era filho de Oraniã. Em suas viagens, Oraniã passou por Empê, em território t Elempê, o rei, ofereceu-lhe a filha em casamento, uma princesa de nome Iamassê.

Dessa união nasceu o Orixá Xangô.


Orixá Xangô foi criado na terra de sua mãe.



Desde menino Shangô não escondia o temperamento forte e já comandava um exército de brinquedo.
Fazia traquinagens e amedrontava os habitantes do lugar. Crescido, Xangô partiu em busca de aventuras.

Levou consigo seu oxé, o machado de duas lâminas, e um saco de couro onde guardava seus segredos:

o poder de cuspir fogo e lançar as pedras de raio, o poder de lançar edum ará.
Xangô visitou a cidade e o povo de Cossô, mas em Kossô os habitantes não o quiseram como rei,
por causa de seu caráter intranquilo.

Magoado com a rejeição, Xangô usou de seus poderes e castigou com crueldade o povo de Cossô.
Com trovões e pedras de raio Xangô atacou a cidade e logo a população caiu a seus pés, rogando clemência:

"Kabiyesi Xangô, Kawô Kabiyesi Obá Kossô".

"Viva Sua Majestade Xangô, Rei de Cossô."

A cidade se rendia e a coroa lhe oferecia.

Xangô foi feito rei e realizou grandes obras.

Por seu governo justo, nunca foi esquecido o grande Obá Cossô. Todos os seus súditos o aclamavam:


"Kabiyesi Xangô, Kawô Kabiyesi Obá Kossô".


Assim termina mais uma uma lenda onde Orixá Xangô venceu a guerra.


Xangô usa vários nomes para escapar de lemanjá

Postado por: Ebomi at 11:23 0 Comentários
Conta a lenda que Xangô usa vários nomes para escapar de lemanjá, pois Xangô teve muitas mulheres e com as muitas mulheres teve muitos filhos (omo).

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Cada filho que Shangô fazia, ele deixava com Yemanjá para criar, Iyemanjá criava os filhos que Xangô fazia com as muitas mulheres que ele tinha. E lemanjá não conseguia nunca ver Xangô, pois ele deixava com ela a criança e ia embora, ia para longe de lemanjá.

Então lemanjá se pôs a procurar Xangô. Por toda parte, cidade, aldeia, ia lemanjá à procura de Xangô.

Mas em cada lugar Xangô usava um nome diferente e assim lemanjá não conseguia encontrá-lo.
Aqui chamava-se Badé, além, Obakossô, mais adiante, Gonocô.

Mas, como lemanjá perguntava sempre pelo nome Xangô, nunca ninguém dava notícias dele, pois Shangô sempre usava outros nomes.

Finalmente, depois de tanta procura, um dia Iemanjá o encontrou e nunca mais deixou que ele fugisse dela e Yemanjá casou-se com Xangô.

Veja mais histórias sobre Xangô e Yemanjá:


A Roda de Xangô – Completa com Áudio e Escrita: Os Orixás


Quem é Aganju Solá?


Xangô rouba a mulher de Ogum Yansã


Orixá Xangô o irmão mais jovem de Obaluaiê


Exu causa o conflito entre Yemanjá - Oyá e Oxum


Yemanjá é violentada por Seu Filho Bara Exú


Se você gostou das história destes orixás Xangô e Yemanjá, então compartilhe a cultura de nossa linda religião.

Exú leva os homens ao oráculo de Ifá (jogo)

Postado por: Ebomi at 13:48 1 Commentario
Exú leva aos homens ooráculo de lfá (jogo de ifá), em épocas remotas os deuses passaram fome. Às vezes, por longos períodos, eles não recebiam bastante comida de seus filhos que viviam na Terra. Os deuses cada vez mais se indispunham uns com os outros e lutavam entre si guerras assombrosas.
Os descendentes dos deuses não pensavam mais neles e os deuses se perguntavam o que poderiam fazer.

Elegua - Exu - eshu - Esu - elebara

Como ser novamente alimentados pelos homens?

Os homens não faziam mais oferendas e os deuses tinham fome. Sem a proteção dos deuses, a desgraça tinha se abatido sobre a Terra e os homens viviam doentes, pobres, infelizes. Um dia Exú pegou a estrada e foi em busca de solução, Exú foi até Iemanjá em busca de algo que pudesse recuperar a boa vontade dos homens, Iemanjá lhe disse:

"Nada conseguirás, Xapanâ já tentou afligir os homens com doenças, mas eles não vieram lhe oferecer sacrifícios".

Iemanjá disse:

"Exú matará todos os homens, mas eles não lhe darão o que comer. Xangô já lançou muitos raios e já matou muitos homens, mas eles nem se preocupam com ele. Então é melhor que procures solução noutra direção. Os homens não têm medo de morrer. Em vez de ameaça-los com a morte, mostra a eles alguma coisa que seja tão boa que eles sintam vontade de têm-la. E que, para tanto, desejem continuar vivos".

Exú retomou o seu caminho e foi procurar Orungã. Orungã lhe disse:

"Eu sei por que vieste. Os dezesseis deuses têm fome. É preciso dar aos homens alguma coisa de que eles gostem, alguma coisa que os satisfaça. Eu conheço algo que pode fazer isso.  É uma grande coisa que é feita com dezesseis caroços de dendê. Arranja os cocos da palmeira e entenda seu significado.  Assim poderás reconquistar os homens".

Exú foi ao local onde havia palmeiras I e conseguiu ganhar dos macacos dezesseis cocos.
Exú pensou e pensou, mas não atinava I no que fazer com eles.

Os macacos então lhe disseram:

"Exú, não sabes o que fazer com os dezesseis cocos de palmeira? Vai andando pelo mundo I e em cada lugar pergunta o que significam esses cocos de palmeira. Deves ir a dezesseis lugares para saber o que significam esses cocos de palmeira. Em cada um desses lugares recolherás dezesseis odus. Recolherás dezesseis histórias, dezesseis oráculos. Cada história tem a sua sabedoria, conselhos que podem ajudar os homens. Vai juntando os odus e ao final de um ano terás aprendido o suficiente. Aprenderás dezesseis vezes dezesseis odus. Então volta para onde vivem os deuses. Ensina aos homens o que terás aprendido e os homens irão cuidar de Exú de novo".

Exú fez o que lhe foi dito e retomou ao Orum, o Céu dos orixás. Exú mostrou aos deuses os Odus que havia aprendido e os deuses disseram:

"Isso é muito bom".

Os deuses, então, ensinaram o novo saber, aos seus descendentes, os homens. Os homens então puderam saber todos os dias os desígnios dos deuses e os acontecimentos do porvir. Quando jogavam os dezesseis cocos de dendê e interpretavam o odu que eles indicavam, sabiam da grande quantidade de mal que havia no futuro.

Eles aprenderam a fazer sacrifícios aos orixás para afastar os males que os ameaçavam. Eles recomeçaram a sacrificar animais e a cozinhar suas carnes para os deuses. Os orixás estavam satisfeitos e felizes.

Foi assim que Exú trouxe aos homens o Ifá

Quem é Aganju Solá?

Postado por: Ebomi at 11:50 0 Comentários

Quem é Aganjú Sola?


Quem é Aganjú Solá? (também escrito Aggayú) é um Orixá e representa na natureza dentro do vulcão magma da terra. Ele também representa as forças e energias da imensa força de um terremoto da natureza um lava rubor de vulcões intensamente circulam ascendente superfície do subterrâneo para a força que faz o universo e a terra nele. É a equipe do Osha e particularmente de Obatalá. Viva na corrente do rio. No humano é representado por um barqueiro no rio.

agayu

Aggayú Solá é também o orixá dos desertos da terra seca e dos rios enfurecidos. É o gigante do OshaOrisha do fogo do caráter belicoso e zangado. É o pessoal de Obbatala (Obatalá). Confuso em alguns casos com Aganjú o 6º Alafín de Òyó.

Seu culto vem de Arará e Fon. Seu nome vem do Yorùbá Aginjù Solá (Aginjù: deserto - So: voz - Àlá: Cover), literalmente "Aquele que cobre o deserto com sua voz". Existem várias maneiras de coroar este orixá. Pode ser feito diretamente Aggayu ou pode-se coroar Xangô ou Oshún a isto se chama Shangó com ouro para Aggayú ou Oxum com ouro para Aggayú . Coroá-lo diretamente é algo de origem Arará, enquanto a tradição Lucumí é mais sobre fazer ouro, embora isso tenha mudado e o que é recomendado é perguntar a Orunmila o que é melhor para o futuro iyawó.

Se for colocado na cabeceira, seu Ota principal é piramidal e deve permanecer amarrado sob o rio por um período de 9 dias. Seu número é 9 e seus múltiplos. Sua cor é vermelho escuro e branco ou 9 cores, exceto preto. É comparado em sincretismo com San Cristóvão (25 de julho). Ele Saluda Aggayú Solá Kinigua Ogge Ibba Eloni!

Família de Aganjú Sola.

Filho de Oroiña  é considerado por alguns como o pai de Xangô e Orungán.

Diloggún em Aganjú Sola.

No diloggún fala por Osá Meji (99).

Ferramentas Aganjú Sola.


Seu receptáculo é uma bacia de argila ou uma bacia de madeira pintada com suas nove cores. Seus atributos são o Oché (machado bípede vermelho e branco adornado com cores amarelas e azuis) 9 instrumentos de combate, 2 bois, 9 companheiros, uma mão de caracóis e uma bengala. Sua Elekes são marrons (cacau), ele Matipó, talão de turquesa (azul) vermelho e às vezes amarelo ou verde, outros inventar imprensando 8 contas amarelas, 9 vermelho e um branco.

Oferendass para Aganjú Solá.

Você é oferecido frutos de todos os tipos de beringelas, chips de milho torrado, melaço de cana, sementes de canário e biscoitos com manteiga de corojo. Ele é imolado bode, galo, pintada, jicotea e pombos. Suas ovelhas são Bledo punzó, atiponlá, moco de turvo, baría, platanillo de Cuba, salsaparrilha, paraíso, álamo, jobo, curujey e mar pacífico. Objetos de poder de Aggayú Solá.

Um machado de duas cabeças e uma varinha. Fatos de Aggayú Solá. Aggayu dá longos passos e levanta os pés bem alto como se estivesse andando sobre obstáculos. Ao mesmo tempo, ele maneja o ar com seu oche. Ele gosta de carregar crianças nos ombros.

 

Coronar Aggayú Solá. Kari-Osha.


Para coroar (se iniciar neste Orixá) este Osha/Orixá deve ter recebido antes do guerreiro orixás. Então, durante a coroação, os seguintes Oshas e Orishas devem ser recebidos.
Elegguá, Oggun, Obbatalá, Oke, Yemayá, Shangó, Ogué, Oshún e Aggayú.

 

Características do Omo Aganjú Sola.


As caracteristicas dos filhos de Aganju, são violentos, irascível e irritado e fisicamente muito forte. Eles são sensíveis e amam ternura. Eles amam as crianças e são presas fáceis para as mulheres com uma aparência frágil porque amam proteger os fracos.

 

Patakíes de Aganjú Solá. (lendas)


Aggayu o rei – Aganjú o Rei.


Xangô estava proclamando para todos os povos da terra, mas nunca poderia se aproximar de uma terra que trovejava e tremia e estava sempre coberta por gases incandescentes. Ele estava ansioso para entrar naquela terra para proclamar a religião de Osha.

Em seguida, ele foi para casa para Orunmila onde esta o viu suportar Obara e quadro ebbo que era para levá-lo para o banco de um rio, Xangô fez tudo como dirigido Orunmila e quando foi foi encontrado com Elegba, que depois de saudar eles tem para falar e Elegba disse Xangô que, após o rio tinha um vale fértil onde havia uma cidade em que as pessoas que viviam ali não tinha noção fixa de que eles tinham, porque eles estavam distraídos, qualquer que seja o assunto a ser tratado e o rei daquele lugar falou aos sujeitos de longe para não serem vistos.

Shango ficou intrigado e perguntou a Elegba (Exú)  como é possível que um povo tenha um rei, a quem não conhece nem vê. Xangô decidiu ir ver aquele rei e Elegba disse-lhe que o rei foi à tarde para a margem do rio para se refrescar e que havia uma pessoa Oshun esperando por ele e ele sabia onde ele morava.

Ao anoitecer Xangô chegou ao rio e logo para estar lá ouviu um barulho alto, como um estrondo e viu uma mulher correndo da margem oposta do rio, pouco depois viu chegar um homem muito grande, que mergulhou imediatamente para remover a fumaça que estava em cima e a mulher esperou que ela viesse à superfície do rio e começou a derramar água sobre sua cabeça para refrescá-la.

Xangô, que estava observando tudo, começou a gritar para que eles o vissem e, quando ele olhou para ele, perguntaram o que ele queria e Xangô respondeu, passando por cima do rio. Aganjú que era aquele rei puxou uma palma e usando isto como uma vara cruzou Xangô de um banco a outro, depois de cruzar isto as apresentações relevantes aconteceram, e eles perguntaram a Xangô novamente o que ele quis para o que ele respondeu que ele quisesse Conheça sua cidade.

Xangô foi até a aldeia e observou que seus habitantes estavam se comportando sem controle e viu como Aggayu não se aproximava de nenhum deles. Quando Shango perguntou, por causa dessa atitude do povo, Aganjú disse a ele: venha para minha casa e você saberá e é assim que Shango observou que Aggayu viveu no vulcão.

AGGAYU ficou surpreso ao ver Xangô andando na lava sem queima e pediu que, como não queimar, Xangô disse: Eu sou o único filho de iyamese e agora eu quero corrigir o seu povo, porque eu vi que um dos seus filhos eles podem falar com você diretamente, mas outros quando se aproximam de você estão chateados. AGGAYU, Xangô e Oxum, fizeram um pacto para que Xangô e Oxum têm o mesmo direito para acomodar o chefe dos filhos de Aganjú , contanto que eles não podiam falar diretamente.
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