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Orixá Xango venceu a Guerra

Postado por: Unknown at 12:57 0 Comentários

Orixá Xangô venceu a guerra, como conta a lenda que os chefes inimigos que haviam ordenado o massacre dos soldados de Xangô foram dizimados por um raio que Xangô disparou no auge da fúria.

Mas os soldados inimigos que sobreviveram foram poupados por Sangô. A partir daí, o senso de justiça de Xangô foi admirado e cantado por todos.

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Através dos séculos, os orixás e os homens têm recorrido ao Orixá Xangô para resolver todo tipo de pendência, julgar as discordâncias e administrar justiça.

Xangô era filho de Oraniã. Em suas viagens, Oraniã passou por Empê, em território t Elempê, o rei, ofereceu-lhe a filha em casamento, uma princesa de nome Iamassê.

Dessa união nasceu o Orixá Xangô.


Orixá Xangô foi criado na terra de sua mãe.



Desde menino Shangô não escondia o temperamento forte e já comandava um exército de brinquedo.
Fazia traquinagens e amedrontava os habitantes do lugar. Crescido, Xangô partiu em busca de aventuras.

Levou consigo seu oxé, o machado de duas lâminas, e um saco de couro onde guardava seus segredos:

o poder de cuspir fogo e lançar as pedras de raio, o poder de lançar edum ará.
Xangô visitou a cidade e o povo de Cossô, mas em Kossô os habitantes não o quiseram como rei,
por causa de seu caráter intranquilo.

Magoado com a rejeição, Xangô usou de seus poderes e castigou com crueldade o povo de Cossô.
Com trovões e pedras de raio Xangô atacou a cidade e logo a população caiu a seus pés, rogando clemência:

"Kabiyesi Xangô, Kawô Kabiyesi Obá Kossô".

"Viva Sua Majestade Xangô, Rei de Cossô."

A cidade se rendia e a coroa lhe oferecia.

Xangô foi feito rei e realizou grandes obras.

Por seu governo justo, nunca foi esquecido o grande Obá Cossô. Todos os seus súditos o aclamavam:


"Kabiyesi Xangô, Kawô Kabiyesi Obá Kossô".


Assim termina mais uma uma lenda onde Orixá Xangô venceu a guerra.


Xangô usa vários nomes para escapar de lemanjá

Postado por: Unknown at 11:23 0 Comentários
Conta a lenda que Xangô usa vários nomes para escapar de lemanjá, pois Xangô teve muitas mulheres e com as muitas mulheres teve muitos filhos (omo).

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Cada filho que Shangô fazia, ele deixava com Yemanjá para criar, Iyemanjá criava os filhos que Xangô fazia com as muitas mulheres que ele tinha. E lemanjá não conseguia nunca ver Xangô, pois ele deixava com ela a criança e ia embora, ia para longe de lemanjá.

Então lemanjá se pôs a procurar Xangô. Por toda parte, cidade, aldeia, ia lemanjá à procura de Xangô.

Mas em cada lugar Xangô usava um nome diferente e assim lemanjá não conseguia encontrá-lo.
Aqui chamava-se Badé, além, Obakossô, mais adiante, Gonocô.

Mas, como lemanjá perguntava sempre pelo nome Xangô, nunca ninguém dava notícias dele, pois Shangô sempre usava outros nomes.

Finalmente, depois de tanta procura, um dia Iemanjá o encontrou e nunca mais deixou que ele fugisse dela e Yemanjá casou-se com Xangô.

Veja mais histórias sobre Xangô e Yemanjá:


A Roda de Xangô – Completa com Áudio e Escrita: Os Orixás


Quem é Aganju Solá?


Xangô rouba a mulher de Ogum Yansã


Orixá Xangô o irmão mais jovem de Obaluaiê


Exu causa o conflito entre Yemanjá - Oyá e Oxum


Yemanjá é violentada por Seu Filho Bara Exú


Se você gostou das história destes orixás Xangô e Yemanjá, então compartilhe a cultura de nossa linda religião.

Exú leva os homens ao oráculo de Ifá (jogo)

Postado por: Unknown at 13:48 1 Commentario
Exú leva aos homens ooráculo de lfá (jogo de ifá), em épocas remotas os deuses passaram fome. Às vezes, por longos períodos, eles não recebiam bastante comida de seus filhos que viviam na Terra. Os deuses cada vez mais se indispunham uns com os outros e lutavam entre si guerras assombrosas.
Os descendentes dos deuses não pensavam mais neles e os deuses se perguntavam o que poderiam fazer.

Elegua - Exu - eshu - Esu - elebara

Como ser novamente alimentados pelos homens?

Os homens não faziam mais oferendas e os deuses tinham fome. Sem a proteção dos deuses, a desgraça tinha se abatido sobre a Terra e os homens viviam doentes, pobres, infelizes. Um dia Exú pegou a estrada e foi em busca de solução, Exú foi até Iemanjá em busca de algo que pudesse recuperar a boa vontade dos homens, Iemanjá lhe disse:

"Nada conseguirás, Xapanâ já tentou afligir os homens com doenças, mas eles não vieram lhe oferecer sacrifícios".

Iemanjá disse:

"Exú matará todos os homens, mas eles não lhe darão o que comer. Xangô já lançou muitos raios e já matou muitos homens, mas eles nem se preocupam com ele. Então é melhor que procures solução noutra direção. Os homens não têm medo de morrer. Em vez de ameaça-los com a morte, mostra a eles alguma coisa que seja tão boa que eles sintam vontade de têm-la. E que, para tanto, desejem continuar vivos".

Exú retomou o seu caminho e foi procurar Orungã. Orungã lhe disse:

"Eu sei por que vieste. Os dezesseis deuses têm fome. É preciso dar aos homens alguma coisa de que eles gostem, alguma coisa que os satisfaça. Eu conheço algo que pode fazer isso.  É uma grande coisa que é feita com dezesseis caroços de dendê. Arranja os cocos da palmeira e entenda seu significado.  Assim poderás reconquistar os homens".

Exú foi ao local onde havia palmeiras I e conseguiu ganhar dos macacos dezesseis cocos.
Exú pensou e pensou, mas não atinava I no que fazer com eles.

Os macacos então lhe disseram:

"Exú, não sabes o que fazer com os dezesseis cocos de palmeira? Vai andando pelo mundo I e em cada lugar pergunta o que significam esses cocos de palmeira. Deves ir a dezesseis lugares para saber o que significam esses cocos de palmeira. Em cada um desses lugares recolherás dezesseis odus. Recolherás dezesseis histórias, dezesseis oráculos. Cada história tem a sua sabedoria, conselhos que podem ajudar os homens. Vai juntando os odus e ao final de um ano terás aprendido o suficiente. Aprenderás dezesseis vezes dezesseis odus. Então volta para onde vivem os deuses. Ensina aos homens o que terás aprendido e os homens irão cuidar de Exú de novo".

Exú fez o que lhe foi dito e retomou ao Orum, o Céu dos orixás. Exú mostrou aos deuses os Odus que havia aprendido e os deuses disseram:

"Isso é muito bom".

Os deuses, então, ensinaram o novo saber, aos seus descendentes, os homens. Os homens então puderam saber todos os dias os desígnios dos deuses e os acontecimentos do porvir. Quando jogavam os dezesseis cocos de dendê e interpretavam o odu que eles indicavam, sabiam da grande quantidade de mal que havia no futuro.

Eles aprenderam a fazer sacrifícios aos orixás para afastar os males que os ameaçavam. Eles recomeçaram a sacrificar animais e a cozinhar suas carnes para os deuses. Os orixás estavam satisfeitos e felizes.

Foi assim que Exú trouxe aos homens o Ifá

Quem é Aganju Solá?

Postado por: Unknown at 11:50 0 Comentários

Quem é Aganjú Sola?


Quem é Aganjú Solá? (também escrito Aggayú) é um Orixá e representa na natureza dentro do vulcão magma da terra. Ele também representa as forças e energias da imensa força de um terremoto da natureza um lava rubor de vulcões intensamente circulam ascendente superfície do subterrâneo para a força que faz o universo e a terra nele. É a equipe do Osha e particularmente de Obatalá. Viva na corrente do rio. No humano é representado por um barqueiro no rio.

agayu

Aggayú Solá é também o orixá dos desertos da terra seca e dos rios enfurecidos. É o gigante do OshaOrisha do fogo do caráter belicoso e zangado. É o pessoal de Obbatala (Obatalá). Confuso em alguns casos com Aganjú o 6º Alafín de Òyó.

Seu culto vem de Arará e Fon. Seu nome vem do Yorùbá Aginjù Solá (Aginjù: deserto - So: voz - Àlá: Cover), literalmente "Aquele que cobre o deserto com sua voz". Existem várias maneiras de coroar este orixá. Pode ser feito diretamente Aggayu ou pode-se coroar Xangô ou Oshún a isto se chama Shangó com ouro para Aggayú ou Oxum com ouro para Aggayú . Coroá-lo diretamente é algo de origem Arará, enquanto a tradição Lucumí é mais sobre fazer ouro, embora isso tenha mudado e o que é recomendado é perguntar a Orunmila o que é melhor para o futuro iyawó.

Se for colocado na cabeceira, seu Ota principal é piramidal e deve permanecer amarrado sob o rio por um período de 9 dias. Seu número é 9 e seus múltiplos. Sua cor é vermelho escuro e branco ou 9 cores, exceto preto. É comparado em sincretismo com San Cristóvão (25 de julho). Ele Saluda Aggayú Solá Kinigua Ogge Ibba Eloni!

Família de Aganjú Sola.

Filho de Oroiña  é considerado por alguns como o pai de Xangô e Orungán.

Diloggún em Aganjú Sola.

No diloggún fala por Osá Meji (99).

Ferramentas Aganjú Sola.


Seu receptáculo é uma bacia de argila ou uma bacia de madeira pintada com suas nove cores. Seus atributos são o Oché (machado bípede vermelho e branco adornado com cores amarelas e azuis) 9 instrumentos de combate, 2 bois, 9 companheiros, uma mão de caracóis e uma bengala. Sua Elekes são marrons (cacau), ele Matipó, talão de turquesa (azul) vermelho e às vezes amarelo ou verde, outros inventar imprensando 8 contas amarelas, 9 vermelho e um branco.

Oferendass para Aganjú Solá.

Você é oferecido frutos de todos os tipos de beringelas, chips de milho torrado, melaço de cana, sementes de canário e biscoitos com manteiga de corojo. Ele é imolado bode, galo, pintada, jicotea e pombos. Suas ovelhas são Bledo punzó, atiponlá, moco de turvo, baría, platanillo de Cuba, salsaparrilha, paraíso, álamo, jobo, curujey e mar pacífico. Objetos de poder de Aggayú Solá.

Um machado de duas cabeças e uma varinha. Fatos de Aggayú Solá. Aggayu dá longos passos e levanta os pés bem alto como se estivesse andando sobre obstáculos. Ao mesmo tempo, ele maneja o ar com seu oche. Ele gosta de carregar crianças nos ombros.

 

Coronar Aggayú Solá. Kari-Osha.


Para coroar (se iniciar neste Orixá) este Osha/Orixá deve ter recebido antes do guerreiro orixás. Então, durante a coroação, os seguintes Oshas e Orishas devem ser recebidos.
Elegguá, Oggun, Obbatalá, Oke, Yemayá, Shangó, Ogué, Oshún e Aggayú.

 

Características do Omo Aganjú Sola.


As caracteristicas dos filhos de Aganju, são violentos, irascível e irritado e fisicamente muito forte. Eles são sensíveis e amam ternura. Eles amam as crianças e são presas fáceis para as mulheres com uma aparência frágil porque amam proteger os fracos.

 

Patakíes de Aganjú Solá. (lendas)


Aggayu o rei – Aganjú o Rei.


Xangô estava proclamando para todos os povos da terra, mas nunca poderia se aproximar de uma terra que trovejava e tremia e estava sempre coberta por gases incandescentes. Ele estava ansioso para entrar naquela terra para proclamar a religião de Osha.

Em seguida, ele foi para casa para Orunmila onde esta o viu suportar Obara e quadro ebbo que era para levá-lo para o banco de um rio, Xangô fez tudo como dirigido Orunmila e quando foi foi encontrado com Elegba, que depois de saudar eles tem para falar e Elegba disse Xangô que, após o rio tinha um vale fértil onde havia uma cidade em que as pessoas que viviam ali não tinha noção fixa de que eles tinham, porque eles estavam distraídos, qualquer que seja o assunto a ser tratado e o rei daquele lugar falou aos sujeitos de longe para não serem vistos.

Shango ficou intrigado e perguntou a Elegba (Exú)  como é possível que um povo tenha um rei, a quem não conhece nem vê. Xangô decidiu ir ver aquele rei e Elegba disse-lhe que o rei foi à tarde para a margem do rio para se refrescar e que havia uma pessoa Oshun esperando por ele e ele sabia onde ele morava.

Ao anoitecer Xangô chegou ao rio e logo para estar lá ouviu um barulho alto, como um estrondo e viu uma mulher correndo da margem oposta do rio, pouco depois viu chegar um homem muito grande, que mergulhou imediatamente para remover a fumaça que estava em cima e a mulher esperou que ela viesse à superfície do rio e começou a derramar água sobre sua cabeça para refrescá-la.

Xangô, que estava observando tudo, começou a gritar para que eles o vissem e, quando ele olhou para ele, perguntaram o que ele queria e Xangô respondeu, passando por cima do rio. Aganjú que era aquele rei puxou uma palma e usando isto como uma vara cruzou Xangô de um banco a outro, depois de cruzar isto as apresentações relevantes aconteceram, e eles perguntaram a Xangô novamente o que ele quis para o que ele respondeu que ele quisesse Conheça sua cidade.

Xangô foi até a aldeia e observou que seus habitantes estavam se comportando sem controle e viu como Aggayu não se aproximava de nenhum deles. Quando Shango perguntou, por causa dessa atitude do povo, Aganjú disse a ele: venha para minha casa e você saberá e é assim que Shango observou que Aggayu viveu no vulcão.

AGGAYU ficou surpreso ao ver Xangô andando na lava sem queima e pediu que, como não queimar, Xangô disse: Eu sou o único filho de iyamese e agora eu quero corrigir o seu povo, porque eu vi que um dos seus filhos eles podem falar com você diretamente, mas outros quando se aproximam de você estão chateados. AGGAYU, Xangô e Oxum, fizeram um pacto para que Xangô e Oxum têm o mesmo direito para acomodar o chefe dos filhos de Aganjú , contanto que eles não podiam falar diretamente.

Quem é Exú Caveira? Umbanda é axé!

Postado por: Unknown at 19:53 0 Comentários
Quem é Exú Caveira? Exu caveira, Tata Caveira, João Caveira,  pertence a uma legião de espíritos que atua na falange de Omolu/Obaluaiê tendo como característica o processo de desenlace da memória carnal dos desencarnados.

Atuam nos cemitérios, nos hospitais preparando os portais que levarão essa alma para os próximos planos de existência. Nem sempre vem com essa aparência “encaveirada”, muito menos se apresenta com foice, o que lembraria a figura mitológica da “MORTE”.

TATÁ CAVEIRA1

Exú Caveira é esse espírito dispõe de várias roupagens fluídicas e as vezes se apresenta em forma de caveira simplesmente para retratar que todos nós de fato SOMOS caveiras ENCARNADAS( recobertas de carne) e portanto isso não justificaria um medo de nossa própria identidade física real, pois como bem diz o mentor supremo da Umbanda , nosso Caboclo das Sete Encruzilhadas, a morte nos nivela por iguais e vemos que na vida espiritual não temos sexo, raça, cor dos cabelos ou olhos. Todos somos inicialmente CAVEIRAS caminhando para a transcendência.

Quem é Exú Caveira? (O mistério)

Muito já se ouviu falar sobre esse poderoso guardião, mas sempre todos os textos que se referem a ele vêm recobertos de muita mística e pouco significado. Muitos são os médiuns que ainda sentem estranheza e medo dessa manifestação quando ela deveria ser acompanhada do entendimento da magia e da firmeza desse poderoso exu.

AS MANIFESTAÇÕES EM SEUS MÉDIUNS:


Essas manifestações são sempre acompanhadas de bastante peso no corpo e intensa atividade dos chakras que determinam a intensidade do fluxo energético circulando e estabelecendo as conexões que permitirão uma plena comunicação entre o espirito e o médium comunicante. Alguns trejeitos como mãos em forma de caveira, rostos transfigurados apenas refletem de início o próprio medo do médium e a sua tentativa de entender e traduzir aquela manifestação, que por vezes pode causar no consulente um certo espanto, mas as consultas com esse grande mestre são sempre muito tranquilas e acompanhadas de grande sabedoria em suas mensagens, o mesmo incorpora em médiuns tanto da Umbanda, quanto do Candomblé que tem é traçado.

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TODOS NÓS SOMOS CAVEIRAS!


Portanto irmãos, todos nós temos um laço, um vinculo muito intimo com essa entidade, mesmo que não tenhamos a honra de sermos seus veículos, porque eles nos trazem a certeza da passagem desse plano para outros em condição de igualdade dos seres, uma grande mensagem de humildade e a confirmação de que existe VIDA após A MORTE DA CARNE. Associar esse espírito ao negativo, como qualquer outro guardião é um EQUIVOCO pois eles como todos os outros EXUS recebem autorização superior para vir trabalhar na caridade pelos seus assistidos e desfazer todos os processos de baixa magia que venham a atingir seus protegidos.

LAROYE EXU CAVEIRA! Umbanda é Axé!

Exú Caveira: Os melhores pontos!


Adoxu: O que é e sua importância na Iniciação

Postado por: Unknown at 13:41 0 Comentários
Na Iniciação (de santo) Òsù (adoxé, Adoxu) é um amalgamado de substâncias secretas, algumas in-natura, outras secas, algumas torradas mas tudo isto reduzidos a pó, este conhecido como iye. Ele serve de veículo para transmitir o axé do Orixá a ser consagrado no futuro iniciado dentro do Candomblé de Nação (culto ao Orixá).

O òsù será formado pelos elementos constitutivos e carrega não somente o àse mas a individualização de cada Orixá, sendo assim há uma expressiva diferença entre os òsù, cada qual leva suas substâncias distintas e específicas, ou seja, um diferente do outro. É a preparação mística de uma base apta a receber o Òrìsà. Tutelar quando ele manifestar-se no iniciado. Para que possa veicular o àse pretendido, deve ser consagrado ritualisticamente em um odo (almofariz/pilão) devidamente preparado para este tipo de cerimônia.

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O almofariz, onde os remédios e elementos sagrados são triturados é considerado um objeto sagrado feito apenas com determinados tipos de madeira. Simboliza as duas forças fundamentais: o almofariz representa o pólo feminino , enquanto o pilão representa o pólo masculino. O que se obtém destes dois é o terceiro elemento "O elemento criado, o elemento procriado". O ritual para o preparo do òsù, onde são recitados a cerimônia adúrà (rezas) são de competência única e exclusiva dos Babalòrìsà, Ìyálòrìsà , Ìyálàse e Òsùpin.

Em determinado estágio da iniciação, a Ìyálàse transfere esta massa do almofariz e a fixa em formato cônico, sobre o crânio raspado do noviço, mais especificamente em um pequeno corte ritualístico denominado de gbéré, por intermédio de um ciclo ritual que culmina quando esta profere algumas palavras, afim de consagrar o òsù.

Estas palavras são conhecidas como ofò. Uma vez sacralizado corretamente e por quem de direito, o òsù fortalece o àse do Orixá consagrado no iniciado e este passa ser chamado de Adòsù. O denominação Adosu (Adoxu) , resulta na forma contraída das palavras: A – dá – òsù, o que poderíamos interpretar como: "Aquele que carrega o òsù" ou "O Portador do òsù".

De suma importante lembrar, que a gramática Yoruba na prática de sua linguagem é comum usar o sinal diacrítico o "apóstrofo". Consiste em que, se numa mesma frase a palavra termina com uma vogal e a palavra seguinte começa com uma vogal, uma destas duas vogais sofre supressão, então duas ou mais palavras tornam-se apenas uma.

O Adósù é um símbolo de submissão ao grande Aláàfin (o soberano da cidade de Òyó). Os seus seguidores, portam este tufo de cabelo, que situa-se no alto da cabeça para que todos possam visualizar, o mesmo ocorre com os iniciados que carregam este símbolo para que sejam reconhecidos como os seguidores e submissos de Sàngó em território Yorùbá, sabe-se que é um dos símbolos mais importantes e sagrados para os iniciados desta divindade, origem Yorùbá.

O mesmo simbolo é usado em algumas religiões da cultura Afro-brasileira.

Mais sobre o Adósù. (Adoxu)


A galinha de Angola, chamada Etun ou Konkém no Candomblé; ela é o maior símbolo de individualização e representa a própria iniciação. A Etun é adoxu (adosú), ou seja, é feita nos mistérios do Orisá. Ela já nasce com Esù, por isso se relaciona com o começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Asésê.

Lenda sobre Oxum e a galinha d’angola

>> Oxum inicia o primeiro ser humano

Olofin ou Olofi é a terceira manifestação de Olodumare

Postado por: Unknown at 10:12 0 Comentários
Olofin ou Olofi é a terceira manifestação de Olodumare,  Olófín em yorubá (dono do palácio). Seu palácio é o céu e sua corte real, os Orishas (orixas), ​​Olofin é aquele que está em contato indireto com os homens através dos Orixás, ele é quem dirige e supervisiona seu trabalho.

Nada pode ser alcançado sem sua mediação, ele vive aposentado e raramente desce ao mundo como energia. Olofin é quem distribuiu o Axé para cada Orixá (sua relação com as energias da natureza) e tem os segredos da criação.

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Olofin permitiu que ele descesse à terra para Orunla (Orunmila) como um profeta, ele pode usar todos os orixás, mas para evitar a morte ele usa Osun. É recebido em Ifá. Aquele que estabeleceu sua fundação não pode fazer nada sem primeiro atender a ele. Seu ashe e contato direto com os homens é reservado para pouquíssimos sacerdotes.

Patakies de Olofin:  Lenda


Quando o mundo só era habitado pelos orixás e pelos homens criados por Obatalá, eles viajavam do Céu para a Terra sem nenhum obstáculo. Um dia, um casal subiu ao palácio de Olofin para pedir a ascensão da procriação, depois de muito pensar que o criador concordou, mas com a condição de que a criança não ultrapassasse os limites de ayé, a Terra. O casamento concordou. Meses depois, a criança nasceu, que estava crescendo sob a supervisão de pais que toleravam todos os seus sentimentos ruins.

Um dia ele caminhou secretamente pelo país e chegou ao espaço de Orun, o Paraíso. Lá ele zombou dos orixás, fez todo tipo de malícia e não respeitou os que o repreendiam. Olofin, observando o que estava acontecendo, pegou sua equipe e lançou-a com tanta força que Orun foi separado de Layé (terra) pela atmosfera que se espalhava entre eles. A partir desse dia, os homens perderam a possibilidade de subir ao palácio do Criador (Deus).

 Mais sobre Olofin:


Quem é Olofin?

As Mães de Obaluaiê: Yemanjá e Nanã

Postado por: Unknown at 11:06 0 Comentários

As mães de Obaluiaê são Nanã e Yemanjá, sendo a primeira biológica e a outra de criação. Orisa Obaluaiê é filho de Oxalá e Nanã, nasceu com a doença de chagas, uma doença de pele que fedia e causava medo aos outros, sua mãe Orixá Nanã morria de medo da varíola, que já havia matado muita gente no mundo. Por esse motivo Nanã, o abandonou na beira do mar.


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Ao sair em seu passeio pelas areias que cercavam o seu reino, Iemanjá encontrou um cesto contendo uma criança. Reconhecendo-a como sendo filho de Nanã, pegou-a em seus braços e a criou como seu filho em seus seios lacrimosos.

O tempo foi passando e a criança cresceu e tornou um grande guerreiro, feiticeiro e caçador. Se cobria com palha da costa, não para esconder as chagas com a qual nasceu, e sim porque seu corpo brilhava como a luz do sol.

Um dia Iemanjá chamou Nanã e apresentou-a a seu filho Xapanã, dizendo: Xapanã, meu filho receba Nanã sua mãe de sangue. Nanã, este é Xapanã nosso filho. E assim Nanã foi perdoada por Obaluaiê e este passou a conviver com suas duas mães.

Sua festa típica é o Olubajé, no site tem o xirê completo do banquete do Rei, sua comida preferida é o Oduburu (adimu) (pipoca), o seu dia da semana é a segunda-feira, suas contas são preto com branco, ou vermelho coral rajado com branco e preto, o mês comemorativo de Obaluaiê é Agosto.
Sua saudação é Atotô!!! aqui o Oriqui de Obaluaiê completo.



Lendas completas de Obaluaiê:



>> Obaluaiê morre e é ressuscitado a pedido de Oxum


>> Obaluaê quem é este Orixá?


>>Sapatá é proibido de viver junto com os outros orixás


>> Obaluaiê tem as feridas transformadas em pipoca por Yansã


>> As rezas do Olubajé Obaluaiê - Com Audio e Tradução


>> Sapata esquece de trazer agua para a Terra: Xapanã

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